PM de transição pede aos guineenses reconciliação e trabalho

Rui Duarte de Barros, Primeiro-Ministro de Transição da Guiné-Bissau

Rui Duarte de Barros, Primeiro-Ministro de Transição da Guiné-Bissau

Bissau – O primeiro-ministro de transição da Guiné-Bissau, Rui Duarte de Barros, apelou hoje aos guineenses para que se reconciliem e trabalhem no sentido de levar o país para frente que, disse, “é de todos”.

“A minha mensagem é de reconciliação e trabalho, porque o país é de todos nós”, afirmou Rui de Barros, momentos após a cerimónia de posse conferida aos novos ministros pelo Presidente de transição, Serifo Nhamadjo.

“Apelo aos funcionários públicos para que, a partir de segunda-feira, todos se dirijam para os seus locais de trabalho”, disse Rui de Barros, em alusão ao facto de os funcionários públicos estarem em greve geral convocada pelos sindicatos um dia a seguir ao golpe de Estado (12 de abril).

O primeiro-ministro de transição garantiu que o mais tardar até quinta-feira haverá a transferência de poderes entre os ministros do Governo cessante com os recém-nomeados para que na segunda-feira se possa iniciar o trabalho na administração pública.

Rui de Barros afirmou estar confiante na sua equipa “por ter pessoas de diversas proveniências e com experiências diferentes”, e disse acreditar que vai liderar um Governo “de gente integra”.

“Este Governo não pode ter incompetentes, não pode ter governantes negociantes. Dentro de uma semana todos os membros vão ter que declarar os seus bens na Procuradoria-Geral da Republica e na saída também vamos ter que declarar os nossos bens”, frisou Rui de Barros.

Em relação ao futuro, destacou que o seu Governo vai respeitar todos os acordos que o país assinou, mas deixa em aberto a possibilidade de rever os que devem ser revistos.

Fonte: Lusa

 

One Response to PM de transição pede aos guineenses reconciliação e trabalho

  1. Fidju Matcho diz:

    Esse Rui Barros, não consigo entendê-lo! Como é que um gajo que trabalhou numa organização internacional, apesar de nção por mérito próprio, por ser indigitado por afiliação partidária e ao Koumba Yala, consegue fazer parte, a até chefiar um governo oriundo de um golpe de estado? Será que todos esses anos passados na escola da UEMOA, nção aprendeu nada?! Tinha tempo suficiente para tal!
    Bom! Entende-se…indigitado por Koumba Yala, financiou em parte as legislativas de 2008 à favor do PRS e do seu mestre Koumba Yala, e ainda esta última presidencial antecipada que pariu o golpe. Ok, aceitou, ou melhor fez parte do golpe, para assim ser nomeado pelo Koumba Yala, afim de recuperar o seu investimento. Porque a esperar para que o Koumba Yala e o seu PRS cheguem às urnas por sufrágio universal, nunca recuperaria o seu dinheiro.
    Ok, está tudo dito. Percebe-se.

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