Ministro dos NECIC Faustino Imbali encontra-se em Conacri

Faustino Fudut Imbali, ministro dos Negócios Estrangeiros, da Cooperação internacional e das Comunidades (NECIC) | Foto Arquivo

Faustino Fudut Imbali, ministro dos Negócios Estrangeiros, da Cooperação internacional e das Comunidades (NECIC) | Foto Arquivo

Bissau – O ministro dos Negócios Estrangeiros, da Cooperação internacional e das Comunidades (NECIC) está na República vizinha da Guiné-Conacri.

Faustino Fudut Imbali foi para aquele país vizinho portador de uma mensagem do PRT Serifo Nhamadjo para o seu homólogo Alpha Conde, que o recebeu na tarde de quinta-feira.

Na segunda-feira, Imbali deixou o país rumo a República do Senegal, onde foi remeter ao Presidente Macky Sall uma mensagem de Serifo Nhamadjo.

Fonte: RSM

8 Responses to Ministro dos NECIC Faustino Imbali encontra-se em Conacri

  1. djogos diz:

    É dar volta no quintal do vizinho a pedir esmola,ou intentar legitimar este governo imposto,com os vizinho pobres não se faz nada.

  2. Fidju Matcho diz:

    Sobre o Faustino M’Bali: Afinal quem tinha razão? Refiro-me ao episódio em que o próprio Faustino M’Bali foi acusado de participar no golpe de 2009; e porque agora, mais uma vez, fazer parte do elenco golpista cultivado pela CEDEAO, até porque fontes participantes nas sucessivas reuniões para a imposição do “primeiro ministro” afirmaram que o seu nome fazia parte do menu do dia. Mas porquê fazer parte deste desgoverno, se bem que em tempos ele [faustino] fazia parte dirigente dum programa qualquer de renome e financiamento internacional ligado às causas da promoção da paz na Guiné-Bissau? Ele devia seguir o exemplo do seu colega do INEP com quem codirigiam o programa. Este continua sempre isento e a fazer o seu trabalho. Porquê que o Faustino não pode seguir o mesmo caminho exemplo legítimo?

  3. Maria Graça diz:

    NÔ KORDA SINTIDO:

    O CASO DOS DOIS MILHÕES DE DÓLARES OFERECIDOS PELA REPÚBLICA DA NIGÉRIA
    BISSAU 2002

    O investigador do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisa (INEP), Faustino Imbali, foi acusado em 2001 e 2002 pelo então Presidente de ter desviado, dois milhões de dólares e que o seu Governo devia justificar 800 milhões de Fcfa.

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    O investigador do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisa (INEP), Faustino Imbali, foi acusado em 2001 e 2002 pelo então Presidente de ter desviado, dois milhões de dólares e que o seu Governo devia justificar 800 milhões de Fcfa.

    Imbali foi candidato a Presidência da República em 1999 e o terceiro lugar que conquistou aliado ao apoio que deu a Koumba Yalá na segunda volta, valeu-lhe o lugar no Governo de Caetano N´Tchamá, ocupando o lugar de vice-primeiro-ministro, responsável para a área económica e posteriormente ministro dos Negócios estrangeiros.

    Com a queda de Caetano N´Tchamá, Faustino Imbali foi nomeado primeiro-ministro. Logo no primeiro mês mandou fazer auditoria a contas do Estado.

    Na mesma auditoria concluiu que desapareceram dos cofres do Estado cerca de 800 milhões de Fcfa.

    Na altura o primeiro-ministro prometeu que tal devia ser esclarecido, inclusive alguns recebedores do Ministério das Finanças foram parar a prisão, mas a verdade é que ninguém justificou nada.

    O assunto pareceu mais sério, quando Koumba Yalá deslocou-se ao Ministério das Finanças na ausência do ministro e ameaçou despedir todos funcionários caso não justificassem o destino de milhões que têm desaparecido nos cofres do Estado.

    Disse mesmo, citamos “se o dinheiro não for devolvido vou mandar 90% dos funcionários do Ministério das Finanças para rua. Algumas pessoas vão ter que desaparecer deste Ministério infalivelmente.O país já está farto de ouvir desvios nas finanças”, fim da citação.

    Antes de abandonar o Ministério, Koumba Yalá deixou aviso que se o dinheiro não for justificado em 15 dias, o ministro das Finanças e o Primeiro-ministro seriam demitidos.

    A ameaça de Koumba Yalá fez com que Faustino Imbali fosse chamado ao Parlamento, onde demonstrou que aquilo que diz não aconteceu no seu mandato.

    O Presidente insistiu, mas a questão não chegou ao Tribunal, embora o Ministério Público tenha instaurado o processo.

    Passados alguns meses FAUSTINO IMBALI foi demitido alegadamente por ter utilizado de forma ilegal cerca de dois milhões de dólares que a república da Nigéria ofereceu a Guiné-Bissau.

    Koumba yalá chegou mesmoa acusar Imbali de corrupto.

    Depois de ser posto em liberdade condicional no âmbito do mesmo processo, Faustino Imbali no dia seguinte a detenção recusou voltar as celas, porque considerava os calabouços de desumanos.

    O Processo teve contornos graves, e N´Tchamá, acusou na altura Caetano N´Tchamá enquanto Procurador-geral da república como sendo alguém que queria vingá-lo.

    A mesma questão meteu em choque o Presidente da República, o Procurador-Geral República e o primeiro-ministro Alamara Nhassé.

    Este é um caso de que jamais se fala desde saída do regime.

    Faz parte de um outro caso pendente na justiça.

  4. Maria Graça diz:

    NÔ KORDA SINTIDO II:

    DESVIO DE 15 MILHÕES DE DÓLARES
    BISSAU 28/11/1999

    Governo de CAETANO N’TCHAMA acusado de desvio de 15 (quinze)MILHÕES DE DÓLARES

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    A VI Legislatura resultante das eleições legislativas realizadas no dia 28 de Novembro de 1999 onde o Partido de Renovação Social (PRS), na altura liderado Por Koumba Yalá saiu vencedor, foi a legislatura que mais caso de corrupção se denunciou.

    Uma das acusações mais graves, é o facto de uma auditoria do Fundo Monetário Internacional no ano 2000 nas Finanças públicas detectou o desfalque de 15 milhões de dólares.

    Tal acusação aconteceu durante a vigência do Governo de Caetano N´Tchamá, tendo inclusive provocado a prisão de mais três jornalistas (por terem denunciado o caso), mas até a data presente o caso não teve nenhum procedimento judicial – e nem os acusados provaram o contrário.

    Na altura quando os responsáveis do Ministério das Finanças foram confrontados com o assunto, o então ministro das Finanças (que agora é Comissário da Guiné-Bissau na União Monetária Oeste Africana – UEMOA) disse que se tratava de um “desvio de procedimento”.

    Nas suas explicações tanto no parlamento como para a imprensa, Rui de Barros dava as mesmas garantias de que o dinheiro fora aplicado nas rubricas para que não estava destinada, razão pela qual o FMI fala em buracos.

    Os dados publicamente apresentados pelo FMI demonstravam que o buraco verificado se devia a má gestão, sobretudo das chamadas despesas não tituladas (DNT).

    Foi por isso, que aquela instituição de Bretton Woods exigiu maior saneamento das Finanças Públicas, caso contrário nunca mais assinariam programa de gestão económica com a Guiné-Bissau. Certo é que até a data presente o Programa ainda não existe e para agravar a situação, a Guiné-Bissau foi excluída da Lista dos Países altamente endividados. Programa este denominado HIPCH, que permite países nessas situações beneficiarem de perdão de algumas dívidas.

    Quem nunca concordou com essas explicações dadas pelas autoridades políticas de altura, foram os partidos políticos na oposição que inclusive convocaram uma mega manifestação (denominada Frente Unida da Oposição), onde para além de exigirem explicações sobre o paradeiro dos 15 milhões de dólares.

    No comício, onde tomaram parte todos os partidos da oposição, o Governo do PRS/RGB de Base Alargada foi acusado de corrupção e Hélder Vaz (um dos mais eminentes políticos do país) foi rotulado de um traidor.

    O tempo passou, e Koumba Yalá na altura, Presidente da República exigiu ao Primeiro-ministro que explique o paradeiro do dinheiro.

    Caetano N´Tchamá nunca se pronunciou sobre o referido dinheiro, mas aquando da morte do General Ansumane Mané, líder da Junta Militar, que derrubou o Presidente Nino Vieira na guerra de 7 de Junho de 1998, disse que havia uma força instalada na Base Aérea, que dificultava a acção do Governo.

    Para provar essas palavras um dos acusados de corrupção, então Director-Geral do Tesouro, disse que se procedia o levantamento do dinheiro através de um simples papel.

    Meses depois, Caetano N’Tchamá sob forte contestação da sociedade civil, dos partidos políticos e do PRS partido que venceu eleições (que até altura N’Tchamá não era militante), foi demitido.

    Toda a sociedade esperava que o Primeiro-ministro seria levado a Justiça, e aconteceu o insólito: Foi nomeado para o Cargo de Presidente do Tribunal de Contas, entidade esta capaz de bloquear todos os casos de corrupção. Mais tarde, Caetano N’Tchamá, foi nomeado Procurador-Geral da República, entidade advogado do Estado, que poderia fazer alguma acusação neste respeito.

    Sendo assim, um dos casos mais graves da corrupção ficou sem efeito e não houve ninguém capaz levar avante o processo.
    Contudo certas figuras judiciais admitem que ainda é possível exigir explicações aos responsáveis máximos do referido Governo.

    Persistem dúvidas se ainda sobre este caso, e em certos casos o ex-Primeiro-ministro é confrontado com esta questão.

  5. Maria Graça diz:

    São estes Srs que nos irão governar…….outra vez???????????

  6. Dartanha diz:

    Pois, D.a Maria Graca, Sao os mesmos que agora teem suportado a ascensao ao poder por via da forca e, sao os mesmos com as caracteristicas que se lhes conhecem pelos seus relelatos e evidencias de incompetencias latentes, nos querem governar a forca! Sao os mesmos que nao estao e nunca estariam interessados em que haja boa governacao sob pena de nao sobreviverem pela incapacidade de se autogerirem! Andarao sempre de bracos dados com os do dito comando militar, por estes tambem se empenharem no comercio da cocaina. Sao os mesmos que fomentam o tribalismo e divisionismo no seio do nosso povo, pela vitimisacao ou epopeismo de serem os que lutaram pela independencia do pais. Mas podem estar cientes que o povo guineense nao ficara com os bracos cruzados, lutaremos contra eles com todos os meios possiveis e nao lhes daremos treguas ate que se esgote a ultima gota do nosso sangue! Ninguem nasce militar. Oica quem tiver ouvido para ouvir!

  7. Sakalata diz:

    Anta serio e honesto na ki ni Guine , nkuda e son CADOGO ? I justa dja ! Bo toma juizo guineense. Tulus ka tem mas !!!

  8. Ndji Assanam diz:

    Abô i Sakalata propi!
    Pelo menos Cadogo foi eleito pa povo. Essis gora furta dinhero, é caba é furta mas eleissom!…

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