UEMOA apela o respeito da ordem constitucional na Guiné-Bissau

Reunião d União Económica e Monetária da África Ocidental (UEMOA) em Lomé, Togo

Reunião d União Económica e Monetária da África Ocidental (UEMOA) em Lomé, Togo

(GBissau.com) Lomé -apelou as autoridades de transição no Mali para a “restauração da integridade territorial” do país, no final da sua décima sexta reunião ordinária na capital togolesa.

Ainda no final do encontro dos Chefes de Estado e de Governos da sub-região, os participantes pediram o respeito à ordem constitucional na Guiné-Bissau.

A declaração final condenou os golpes de estado em ambos os países e a UEMOA “reafirmou o seu compromisso contra tais práticas”.

No caso da Guiné-Bissau, os participantes pediram “o respeito à ordem constitucional, assim como as provisões acordadas dentro do processo da transição e do processo eleitoral”.

Na presença do ministro das Finanças da Guiné-Bissau, Abubacar Demba Dahaba – em representação de Serifo Nhamadjo, o novo presidente da transição — a 16ª sessão da Conferência também encoraja a classe política deste país para “fazer todos os esforços necessários para preservar as conquistas democráticas, a paz e a coesão social na Guiné-Bissau”.

No caso do Mali, os Chefes de Estado e de Governos encorajaram as mais altas autoridades da transição e todas outras partes para “fazer todo o esforço para um retorno, o mais possível, de paz no norte do Mali e da restauração de sua integridade territorial”.

Assim, dizem terem acolhido com satisfação “os progressos realizados no processo de normalização política no país” sob à mediação de presidente do Burkina Faso, Blaise Compaoré.

A conferência contou com as participações de seis chefes de Estado, a saber: Blaise Compaoré (Burkina Faso), Macky Sall (Senegal), Yayi Boni (Benin), Mahamadou Issoufou (Níger), Faure Gnassingbe (Togo) e Alassane Ouattara (Costa do Marfim)

O Mali foi representado pelo seu primeiro-ministro, Cheikh Modibo Diarra.

Finalmente, a conferência decidiu por aclamação a recondução do presidente em exercício da UEMOA, Faure Essozimna Gnassingbe de Togo.

 

GBissau.com

 

 

One Response to UEMOA apela o respeito da ordem constitucional na Guiné-Bissau

  1. é dificil compreender o que significa o retorno a ordem constitucional.
    Nao se pode admitir responsaveis golpistas na reuniao e pedir o regresso à ordem constitucional, isto é uma aberraçao.
    UEMOA esta a fingir, os responsaveis desta organizaçao ja reconheceram os dois golpes, so resta dar o seu apoio aos golpistas e ponto final. Nada de hipocrisia.

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