Secretário Executivo da CPLP com agenda pendente na Guiné-Bissau

Bissau (PNN, 26 de Março de 2013)  –  O Secretário Executivo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), Isaac Murade Murargy, que se encontra em vista de trabalho à Guiné-Bissau, está a enfrentar dificuldades para se reunir com as autoridades de transição.

Desde a chegada à Bissau, Murade Murargy encontrou ausentes algumas das figuras do país, nomeadamente Serifo Nhamadjo, Rui Duarte Barros e Faustino Fudut Mbali, respectivamente o Presidente de transição, o Primeiro-ministro e o ministro dos Negócios Estrangeiros.

Uma nota de imprensa da Presidência da República informou, esta segunda-feira, 25 de Março, que Serifo Nhamadjo viajou para um outro país estrangeiro, depois da sua deslocação à Nigéria, para efectuar tratamento médico, sem indicar o referido país.

Segundo informação avançada à PNN por uma fonte do Ministério dos Negócios Estrangeiro, esta terça-feira, 26 de Março, o diplomata moçambicano deverá deslocar-se à sede da União Africana, onde irá reunir com o representante da união em Bissau, Ouvídio Pequeno.

Aquando da sua chegada ao país, esta segunda-feira, o Secretario Executivo da CPLP afirmou que o bloco lusófono nunca esteve ausente da Guiné-Bissau.

2 Responses to Secretário Executivo da CPLP com agenda pendente na Guiné-Bissau

  1. Adulai Djalo - Lai diz:

    O senhor Murade Murargy esta a revolucionar a lingua portuguesa…
    Afinal, qual e a diferenca entre presente e ausente?
    A familia guineense nao pode ser hipnotizada com gravata e VERBOS.
    Estamos atentos. Como disse… somos uma sociedade de vivos e mortos. Com a Guiné-Bissau so triumfa a coerencia!

    Adulai Djalo – Lai
    Economista (Canada)

  2. Djemberem diz:

    Os macabros, não querem encontrar consigo Senhor SE, nem querem saber das possíveis saídas para realização das eleições, porque bem sabem que não merecem a confiança do povo.
    Todos reconheceram que o País, encontra numa situação de crise profunda, é urge a realização das eleições (excepto radicais golpistas), mas infelizmente este é o país que temos.

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