Autoridades americanas analisam pedido de reabertura da embaixada em Bissau

Bissau (ANG, 7 de Agosto de 2014) – As autoridades norte-americanas prometeram analisar o pedido do presidente da Guiné-Bissau, José Mário Vaz de reabertura da embaixada americana em Bissau.

A informação foi dada por José Mário Vaz à sua chegada a Bissau, de regresso dos Estados Unidos de América onde participou da cimeira EUA/Africa que contou com a presença de mais de 50 chefes de estados e de governos africanos a convite de Barack Obama.

O chefe de Estado guineense disse ter aproveitado a cimeira para manter vários encontros bilaterais, tendo destacado a reunião no Departamento de Estado norte-americano, no qual foram abordadas “qestões políticas” e aproveitado “o encontro com a subsecretária de Estado norte-americano para pedir a reabertura da embaixada dos Estados Unidos em Bissau e o regresso do Corpo de Paz”.

“Não recebemos garantias nenhumas, apenas a promessa de que vão refletir sobre a matéria e oportunamente informar-nos”, acrescentou o Presidente guineense.

Os Estados Unidos encerraram a embaixada em Bissau com o eclodir do conflito politico-militar que assolou a Guiné-Bissau em Junho de 1998, desde então a representação norte-americana em Dacar, Senegal, é que tem coordenado os interesses americanos no território guineense.

Mário Vaz aproveitou a sua estada nos Estados Unidos de América para visitar a sede do Fundo Monetário Internacional (FMI).

Na instituição financeira mundial, Mário Vaz, disse ter solicitado a retoma de todos os programas de cooperação com o país, interrompidos com o golpe de Estado militar de Abril de 2012.

“São programas extremamente importantes para a Guiné-Bissau, para ajudar o país neste momento tão difícil”, notou o chefe de Estado guineense, que fez o mesmo pedido ao presidente do Banco Africano do Desenvolvimento (BAD), com quem também reuniu.  

ANG/Lusa

One Response to Autoridades americanas analisam pedido de reabertura da embaixada em Bissau

  1. caloco diz:

    La estás tu mamãe Guiné presente, “pekininu na tamanhu má garandi na fama”, só para citar a nossa orquestra Mama Djombo. Porêm, ha que reconhecer que a dita Fama de que falei foi sendo hipotecada pelas mais variadas vicissitudes da nossa História, por vezes ricambolesca. Contudo,temos fê e esperanças de que um dia lá chegaremos de novo, é só uma questão de tempo. Força Camaradas-Nô Pintcha! Pabur kana ncadja.

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