Primeiro-ministro Domingos Simões Pereira celebra liberdade da imprensa com a classe jornalística guineense

Bissau (Gabinte de Imprensa do Primeiro-Ministro, 4 de Maio de 2015) – No âmbito, do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, que se celebra no dia 3 de maio, o Gabinete de Comunicação do Primeiro-Ministro, organizou hoje, dia 4 de maio, um Almoço de Confraternização da Classe, no Restaurante Coimbra, que contou com a presença do Primeiro-Ministro, Senhor Domingos Simões Pereira.

Tomaram parte neste ato informal, os representantes de todos os órgãos públicos, privados, comunitários e internacionais. Não estava previsto qualquer tipo de discursos. Mas, a ocasião acabou por espontaneamente espoletar isso.

O Sr. Mamadu Candé, presidente do Sindicato de Jornalistas e Técnicos na sua alocução em nome de toda a classe, agradeceu o “gesto do Primeiro-Ministro, que pensamos pertinente, no quadro do relacionamento… Queremos aproveitar para chamar atenção…sobre as nossas condições de trabalho , as nossas condições salariais… e penso que este dia vai servir a todos nós como um momento de reflexão… Digamos que em termos da Liberdade estamos melhor em relação aos anos anteriores por não haver até agora… as perseguições, os abusos e a violência.”  

De seguida, usou a palavra o Sr. Agnelo Regala, Ministro da Comunicação Social, que referiu “que estamos aqui para assinalar este dia, no sentido que tudo tem estado a evoluir no sentido positivo. Pensamos que os próprios jornalistas… foram apanhados pela dinâmica positiva que o país consegui criar, que conseguem e irão conseguir contribuir também com os meios com que trabalham para que Guiné-Bissau, possa ser vista de forma diferente. Uma Guiné-Bissau positiva, uma Guiné-Bissau que tem condições de progredir … que vai corresponder aquilo que foram as ansiedades e as aspirações dos Combatentes da Liberdade da Pátria.” Continua, “Sabemos que os órgãos da comunicação social tanto públicos como privados vivem momentos, situações e circunstâncias difíceis, mas é compromisso do Governo trabalhar no sentido de criar melhor condições… Podemos anunciar que há melhorias que vão acontecer… provavelmente a nossa televisão … ainda no mês do maio poderá cobrir todo o território nacional… Passando pata televisão vamos para a rádio, todos os órgãos da comunicação social, inclusive não esquecendo o sector privado.”

Para finalizar, como não poderia deixar de ser, usou da palavra o Sr. Chefe do Governo, que destacou todos profissionais da comunicação social como sendo um amigo dizendo que “a ideia é estar juntos neste dia simbolicamente, que assinala o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa e podermos juntos comemorar… e assumirmos o compromisso de todos trabalharmos para essa liberdade de imprensa… Da parte do Governo, para além de felicitar a todos os profissionais da comunicação social…” vamos “trabalhar no sentido de criar essas condições para que a imprensa seja mais livre. Mas, como devem imaginar à liberdade vem associada a responsabilidade a capacidade de podermos transmitir com fidelidade, com um compromisso, de facto, dizer à verdade… A intenção não é aproveitar este momento para qualquer aproveitamento político, eu queria estar com os jornalistas, desejar um bom Dia  Mundial da Liberdade de Imprensa e dizer que aquilo que nós podemos fazer para que continuem e possam ainda melhorar o nível desse profissionalismo, dessa competência, dessa liberdade. Nós iremos fazer tudo para que de facto possa funcionar.” Mas, “os jornalistas têm que ter presente, que quem está melhor posicionado para melhorar as condições dos jornalistas são os próprios profissionais da comunicação social. Todos queremos ser jornalistas, mas todos não vamos poder ser jornalista. E é preciso que acha critérios objectivos  para poder realmente filtrar e dizer quem é que tem condições para fazer a carreira jornalística. Em relação a esses temos que ser capaz de criar condições que dignifiquem a classe, criem condições para o seu funcionamento.”

Ainda fez referências a dois grupos de convidados especiais: um vindo da Califórnia que entre outros, instalou no país um laboratório, para estudar a bacteriologia, que provoca contaminações na água e como se pode criar filtros naturais para melhorar as condições de vida das populações, e a Conexão Lusófona, que irá ministrar um curso de jornalismo digital na Universidade Lusófona da Guiné.

 

Bissau, 04 de maio de 2015

Carlos Vaz

/Conselheiro para a Comunicação e Informação/

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