Opinião: Guiné-Bissau: Apesar do imbróglio, ainda é possível

O PAIGC em vez de haver apostado, desde início do seu mandato, no realinhamento e na reaproximação dos seus alicerces internos, a direcção do partido optou (em nome da unidade governativa) pelas coligações “externas” com partidos na oposição e partidos sem representação parlamentar. Assim, sabiamente pergunta um amigo meu: “como é possível ter uma maioria qualificada e não se ser capaz de governar sem alianças inúteis e injustificáveis”?

Editor, GBissau

A presente crise política guineense é grave e alarmante. E, eu explico-me.

Depois da decisão do Supremo Tribunal de Justiça sobre a inconstitucionalidade da nomeação do novo primeiro-ministro, este demite-se logo. E fez bem! Portanto, o decreto presidencial n.º 06/2015 da nomeação de Baciro Djá torna-se nulo. Assim sendo, todo o elenco governamental formado em base da nomeação de Djá também torna-se inválido.

Por outro lado, um decreto anterior n.º 05/2015 que destituiu Domingos Simões Pereira do cargo do Primeiro-Ministro continua válido. É de salientar que o PAIGC nunca desafiou (pelo menos no fórum judicial) a constitucionalidade ou não da demissão de Simões Pereira. O que esteve em causa perante os juízes do STJ foi a questão da inconstitucionalidade da nomeação de Baciro Djá.

Portanto, invalidados os dois governos, o último através de “inconstitucionalidade” e o anterior através de “demissão”, a Guiné-Bissau está sem um Governo desde o dia 12 de Agosto deste ano. E isto só pode ser uma vergonha nacional.

  • OS CENÁRIOS

O Presidente José Mário Vaz tem duas alternativas mais prováveis.

CENÁRIO 1: A primeira alternativa (e talvez a mais nobre e ponderada) seria devolver o poder ao PAIGC no sentido de indicarem um novo nome para ocupar o cargo do primeiro-ministro.

O PAIGC, por sua vez, e à luz dos seus estatutos teria que escolher o seu Presidente ou, numa situação de impasse, um outro membro entre os seus três vice-presidentes, a saber: Carlos Correia, Haja Satú Camará e Baciro Djá. Mas, acho que desta vez (e no sentido de evitar mais confrontações), os libertadores seriam mais prudentes e realistas, evitando o reenvio do nome do seu Presidente, na pessoa de Domingos Simões Pereira. Aliás, Simões Pereira, numa das suas entrevistas à VOA disse que o seu partido tinha um outro nome e estava disposto a avançar com alguém que não fosse ele próprio. A ser verdade, uma decisão destas (mesmo que seja tardia) só podia elevar e enaltecer a estatura do Presidente do PAIGC.

Mas, o PAIGC tem um problema de fundo que é uma possível escolha entre os seus três vice-presidentes. De um lado (e com o devido respeito e consideração), existe uma reconhecida preocupação relacionada com a idade e o estado físico de cada um dos dois primeiros vice-presidentes, nas pessoas de Carlos Correia e de Haja Satú Camará. Por outro lado, certamente, a ala de Simões Pereira faria tudo para evitar a escolha de Baciro Djá. Aliás, quem tem acompanhado as querelas políticas internas dentro do partido pode facilmente aperceber-se dos jogos de antecipação ocorridos nos últimos meses, com a tentativa de destituição de Baciro Djá do cargo do terceiro vice-presidente.

Perante um cenário deste tipo, o PAIGC, numa tentativa de evitar a escolha de certas pessoas, pode entrar em choque com os seus próprios estatutos, um aspecto que (se chegarmos a este ponto) também poderá ser susceptível a uma longa e dura disputa judicial.

CENÁRIO 2: O Presidente da República pode optar por não devolver a confiança ao PAIGC, formando assim um Governo de iniciativa presidencial. Consequentemente, José Mário Vaz teria que dissolver o parlamento guineense e convocar eleições legislativas antecipadas.

Esta medida parece cada vez mais provável devido a vários factores, nomeadamente a profunda divisão interna dentro do PAIGC, a quebra de confiança entre o PRS e o PAIGC, na pessoa de Domingos Simões Pereira e o débil relacionamento institucional entre o PR e a presente Assembleia Nacional Popular, sobretudo na pessoa de Cipriano Cassamá.

CONCLUSÃO: O PAIGC tem só uma alternativa para viabilizar o país através de uma conversa séria e honesta. Cada um dos membros devem “tirar o cavalinho da chuva” e discutir em pé de igualdade com o seu companheiro doutras alas opostas.

A olho nú, parece-me bastante bizarro e até estúpido um partido vencedor de uma eleição legislativa com uma maioria absoluta não ser capaz de criar pactos internos e governar de uma forma folgada. Eu até questiono: que tipo de militância tem o PAIGC? Que tipo de partido é o PAIGC?

E como observou um amigo meu, conhecedor do processo político da Guiné-Bissau, “…sem se dar conta, Domingos Simões Pereira, ao anunciar a sua pretensão de continuar na via da ‘inclusão’, reduziu as suas bases de apoio no partido”. Em vez de haver apostado, desde início do seu mandato, no realinhamento e na reaproximação dos seus alicerces internos, a direcção do partido optou (em nome da unidade governativa) pelas coligações “externas” com partidos na oposição e partidos sem representação parlamentar. Assim, sabiamente pergunta o mesmo amigo: “como é possível ter uma maioria qualificada e não se ser capaz de governar sem alianças inúteis e injustificáveis”?

Bem, agora para além de tentar emendar as alianças internas, o PAIGC pensa recuperar o “aliado” que não teve pejo em traí-lo. Mais outra crise a caminho do PAIGC!

  • ELEIÇÕES ANTECIPADAS?

A Guiné-Bissau não está preparada para se mergulhar num novo acto eleitoral dentro de um curto espaço de tempo. Há cansaço, tanto internacional e  regional como nacional. Há cansaço e há uma frustração social impossível de medir.

  • APOSTAR NO DIÁLOGO INTERNO…SEMPRE!

Se calhar chegou a altura para uma mediação interna intensa, colocando frente a frente as figuras de José Mário Vaz e Domingos Simões Pereira. E sublinho de novo a palavra INTERNA. A Guiné-Bissau tem que apostar em si própria, nos seus bons e dignos filhos, cujos interesses são apenas o bem-estar do seu povo. Eu acredito que (perante o constante falhanço dos chamados intelectuais) tenhamos muitos bons “homens grandes” capazes de convencer estes dois filhos de terra para enterrarem os seus “machados de guerra” em prol do presente e do futuro da nossa sagrada Guiné-Bissau!

Este deveria ter sido o papel do Presidente da ANP Cipriano Cassamá, mas este, em abono de verdade (e com todo o respeito que sempre mereceu da minha parte), desperdiçou todas as nobres oportunidades.

Pensem camaradas, pensem! Deixem de ser individualistas, oportunistas, partidaristas, egoístas, egocêntricos, etc., etc. Sejam de novo aqueles bons e dignos filhos da terra dos nossos avós! Sejam nacionalistas e dialogantes. Sejam guineenses e patriotas!

**Peço desculpas antecipadas, caso tenha ferido alguma sensibilidade, mas o que me move é a causa guineense.

10 de Setembro de 2015

 

 

18 Responses to Opinião: Guiné-Bissau: Apesar do imbróglio, ainda é possível

  1. Lassana Mane diz:

    Uma análise coerente, corajosa e acima de tudo patriótico.
    A situação atual deve merecer uma profunda reflexão no seio do PAIGC e a toma de consciência da gravidade da falta de dialogo franco, aberto e responsável.

    Ao meu ver, enquanto as nossas forças armadas ficam a margem, como têm demostrado até aqui, não vejo grandes problemas, pois estamos a assistir uma sã manifestação da democracia. Talvez era necessário uma tal blocagem para repuxar as fronteiras da nossa jovem democracia. É uma ocasião nobre de dar provas da maturidade politica com guerras de ideias, argumentos políticos e jurídicos sem se bater com músculos.

    É uma confrontação de inteligentes, cada um a sua maneira, e de visão que vai ser fascinante a assistir e que provavelmente culminará com a mudança profunda da nossa constituição da república e talvez do régime politico a um régime presidencial, que ao meu ver, deve ser preconizado para a Guiné-Bissau apesar do risco de derrapagem que tal regime comporta mas que vale a pena tomar. Vamos seguir com serenidade e com muita atenção.

    Abraços de fraternidade

  2. A. Keita diz:

    Falar de “coligações externas” e “alianças inúteis e injustificáveis” em relação à criação e realização do “Governo de inclusão”. O governo do PAIGC dirigido pelo Domingos Simões Pereira e deposto pelo decreto presidencial n° 5/2015 do 12 de Agosto de 2015, aparenta-se, na minha opinião, de uma análise desprovida de lógica e carente de observação, de entre outros, pelo menos, de dois fatores a ter em conta na atual situação de crise grave, mais uma vez vigente nesta nossa pequena martirizada Guiné-Bissau.
    PRIMEIRAMENTE, em relação à lógica. A luta pela unidade e coesão interna no PAIGC e de qualquer outro Partido governamental em qualquer país, e sobretudo na Guiné-Bissau, não deve e não impede e nem é oposta a luta pela criação de uma coligação governativa, capaz de garantir uma tranquilidade governativa aqui e alí ou duradoura. Quer dizer, uma coisa portanto não impede a outra.
    SEGUNDO, em relação a pelo menos dois fatores devendo ser tidos em conta na análise da crise atual bissau-guineense (entre outros). A criação e realização do “Governo de inclusão” pode (deve) ser vista sob duas perspetivas:
    1. À luz das situações de instabilidades político-civis e político-militares permanentes e crónicas vividas no nosso país desde a instalação prática das instituições da democracia pluralista, multipartidária e parlamentar com as primeiras eleições de 1994. É um facto. O período de um ano de governação do “Governo de inclusão” vivido na Guiné-Bissau desde o Junho de 2014 a 12 de Agosto de 2015, data da sua dissolução, foi o mais tranquilo politicamente e socialmente falando dos últimos 17 anos neste nosso país. Contado a partir da data da guerra de 7 de Junho de 1978. Sobretudo, comparado aos mais difíceis últimos dois anos de transição de 2012 a 2014. Um facto positivo portanto, devendo ser explorado imperativamente na procura de boas soluções futuras na criação e realização de modos de governação outorgadores de uma vida tranquila, pacífica e duradoura nesta nossa terra.
    2. Do ponto de vista político-estratégico, de COMO organizar a nossa democracia num futuro próximo na Guiné-Bissau, a ideia e realidade de um ano do “Governo inclusivo” é interessante em como experiência. Quando o nosso país entendido e observado como um país plural. Quer dizer, cosmopolita, pluriétnico, plurirreligioso, multicultural, geograficamente muito regionalizado etc… e ainda vivendo em situação pós-colonial agravada.

    A entrada do PRS no “Governo inclusivo” deposto e mais outros Partidos com assento parlamentar pode ser vista nesta ótica como um ensaio do sistema DIRETORIAL-PARLAMENTAR da organização do poder de Estado (pouco propagado e conhecido no mundo atual). É o modelo existente na Suíça. Que funciona entre outros com os seguintes elementos, explicado aqui rapidamente. É feito de um governo formado por uma GRANDE COLIGAÇÃO NACIONAL (larga partilha de poder entre quase todos os grupos influentes da elite governante do país organizada politicamente, no sentido maxveberiano do termo), com uma base parlamentar de entre 60 a 85% de votos dos Partidos com assento parlamentar. A oposição é constituída pelo povo, via referendos obrigatórios, referendos facultativos, e iniciativas populares constitucionalmente instituídos (democracia direta).

    A notar: a Suíça é um dos países plurais europeus (semelhante a países africanos) não tendo aceitado de implantar no seu território um sistema de poder calcado na fórmula de conceções vestefalianas da nação e nacionalidade datadas da 1ª metade do séc. XVII de : “um país, um povo, uma língua e uma nação”. Ela era um país muito pobre na Europa, totalmente instável político e militarmente, sobretudo, entre os finais do século XVIII (1798) até aos meados do século XIX (1847). O país de muito valentes guerreiros. Este ano de 1847 é a data da sua última guerra civil. Por exemplo, teve 4 golpes de estado entre 1800 e 1802. Depois, veio viver sem mais guerra nenhuma, desde 1848 na base da sua constituição adotada a partir daquela data (emendada ao fundo só duas vezes até hoje) até aos nossos dias. Graças a sua fórmula de governação feita de GRANDE COLIGAÇÃO NACIONAL (Governo de inclusão). O leitor/a imagina, 168 sem guerra e sem ter ido fazer guerra algures. Evoluindo-se durante este período todo para se manter como um dos países mais prósperos do mundo. Eis o que trouxe e pode trazer um governo do tipo inclusivo algures. Para mim, uma experiência interessante para todo o continente africano. Portanto, não deitemos o bebé com a água suja.
    Obrigado e amizade.
    A. Keita

    • A. Keita diz:

      Errata: “Contado a partir da data da guerra de 7 de Junho de 1978”, no texo; eu quis dizer: “Contado a partir da data da guerra de 7 de Junho de 1998.”
      Obrigado.

  3. N'tori Palan diz:

    Parabens Umaro! Nesta sua observacao, consta a verdade nua e crua!

    O PAIGC, so governa por nao ter um partido credivel e alternativo a ele! O PAIGC espelha e confunde-se com a propria realidade do Pais: Carente de referencia digna. Nao ha em quem se deve confiar! Tudo esta’ ao molho e carregado substancialmente de interesse particular e mesquinho!

    Numa palavra so: Nao ha patria!

    O Dimingo tem supreendido pela negative! Caiu-lhe a mascara. Esta’ obsecado pelo poder! Pois, podia-nos ter poupado desta humilhacao se nao fosse a temosia dele em manter no governo pessoas com assuntos graves na justissa.

    Reso para que tudo nao resultar em mais perda de vida e que “os reis da barafunda” se mantenham nos quarteis.

    Prabens Umaro!

  4. Joe Bissil diz:

    Caros compatriotas, mais uma vez o nosso amigo e irmao Umaro Djau fez analise profunda da situacao politica do nosso país. A pergunta colocada foi porque estas coligacoes úniteis injustificadas ? Estou vivendo na Europa estes últimos quase trinta anos. Sigo a politica parcialmente aqui. E vejo, que os partidos politicos depois de eleicoes : ou seja partidos politicos com pragramas quase iguais ou próximos ou seja tentam encontrar pontos semelhantes nos seus programas para entrarem em coligacoes. Uma vez, que nenhum partido conseguiu ter maioria para governar sózinho. A politica é a arte de comprimisos. Quero dizer , que na concorencia politica nao há amigos. Se ganhar eu governo eu, se ganhares tu, governas tu. Quem perder fica na oposicao. Na Guiné – Bissau, alguém ganha as eleicoes com a maioria folgada e contudo forma um governo de coligacao com aquele, que devia estar na oposicao. Logo o governo nao tem critica dentro do parlamento. Por isso , mocao de confianca se vota com cem por cento.O governo de Domingos S. pereira teve oposicao só dentro do próprio PAIGC. Nao consigo imaginar como ele queria governar estes quatro anos com esta coligacao de oportunismo. Criou adversários dentro da sua propria politica. Agora seus aliados fantamas evaparam e tudo virou torto para ele. O seu futuro politico está seriamente ameacado. No próximo congresso cai ele. Bem haja.JB

  5. Um alerta ao Guineense!!!!

    Devemos perceber que o partido PAIGC e que faz parte da Guine Bissau.Isso significa os conflitos divergerncias internos deste partido nao devem e nem podem por em cusa a paz e estabilidade politica e social dos Guineenses.

    Portanto,se have dirigentes quee se sentem excluidos para com a atual direccao do partido,entao que tentem convocar um congresso antecipado…mas nao tem dirreito inventar crises para provocar quedas dos governos.Porque o e dos Guineenses e para os guineeneses.

    Nao alongo muito.

    Um abraco.

    Sirajo Jalo

  6. alerta ao Guineense!!!!

    Devemos perceber que o partido PAIGC e que faz parte da Guine Bissau.Isso significa os conflitos divergerncias internos deste partido nao devem e nem podem por em cusa a paz e estabilidade politica e social dos Guineenses.

    Portanto,se have dirigentes quee se sentem excluidos para com a atual direccao do partido,entao que tentem convocar um congresso antecipado…mas nao tem dirreito inventar crises para provocar quedas dos governos.Porque o governo e dos Guineenses e para os guineeneses.Nao so para os militantes e dirigentes do PAIGC que tambem fazem parte da sociedade Guineense.

    Nao alongo muito.

    Um abraco.

    Sirajo Jalo

    • Nacieun diz:

      Siradjo Jalo, você não tem preparação academica sucedida, é por isso que fezieste esta declaração de um Homem que vivia na idade primitiva.
      Quando se vai dar opinião publica, deves ser um prito para não falar barato.
      A Guiné, não pode continuar a ser governo com mesmas caras com individuos que não respeitam o bém comum. Que pensam que o cargo publico é profissão. O Ministro é servo do povo. Não deve ser o Sr. que esbanja e delapida e aruina administração central.
      O PAIGC, ganhou as eleições e deve governar com todas as sencibilidades existentes no seu seio.
      Pautar pelo criterio de competencia e de mérito, e não de lobynng ou de clientalismo politico.
      Não nenhum governo no mundo que não faz a remodelação do seu elenco.
      Quando se faz a remudelação governamental, está a evitar ciclos de devirgência e de crispação num partido. Aliás, o cargo publico não é profissão. Estas la hoje, e amanhão pode não estar e dar lugar a outros.
      Devemos ter a cultura juridica, para respeitar a autoridade judicial.
      O acusado não é réu. Tendo em conta o principio da pressunção da inocências, até transito em julgado.
      Não deve estar a proteger os acusados num processo judicial, porque são membros do governo. A lei não é feita apenas pelos vulneráveis ou pessoas que não exercem cargos politicos. Ela é geral e abstrata.
      O PAIGC, está contribuir para a desolução do Parlamento, que não é util paqra o país. Porque a esperiência do passado mostra que sucessivos governos de transição, são nocívos a população guineense.
      Vale a pena absttrair se de pessoas que tem problemas na justiça, para que este orgã torno credível e não só, mas para que o bém comum seja respeitada.
      JURISCONSULTO E DEFENSOR DE VALORES CIVIS E POLITICOS.

      • Nao respondo aos ataques inuteis e pessoais neste espaco porque ele nao e indicado para tal…Mas peco desculpas por estar a faze-lo.O Nacien disse que eu Sirajo nao estou preparado academicamente para dar um comentario sobre este assunto.

        Caros colegas,facam favor de ler o texto que este Sr, escreveu e anda a dizer outro nao possui um nivel academico para se pronunciar a cerca deste tema.

        Nucien fica a saber que nao perco o meu tempo em trocas de mimos com pessoas tipo voce.

        Obrigado

        Sirajo

  7. Mangla Nantchia diz:

    O DSP não tem verdadeiros opositores dentro do PAIGC, tem sim, maus perdedores que pensavam através de dinheiro podiam comprar consciência de militantes do PAIGC, mas enganaram-se. São estes maus perdedores que se juntaram ao mal intencionado JOMAV para por em causa as conquistas de um ano de Governação de DSP, mergulhando o pais na crise através de mentiras já desarmadas. Quem seguiu atentamente os preparativos da Mesa Redonda, pode confirmar que o PR não estava muito interessado na sua organização e nem esperava que ela teria este grande sucesso.Como se pode classificar a afirmação da PR num encontro com a delegação de empresários Cabo verdianos de que se o dinheiro da mesa redonda não for entregue aos privados correremos o risco de ele ser mal utilizado. Há informações que circulam segundo as quais o PR não queria ir assistir a mesa redondo em Bruxelas, só foi porque O PR do Senegal o exigiu. Agora que surgiu promessas o PR quer controlar o dinheiro prometido. Uma vergonha, porque é uma coisa que ele nunca admitiria se estivesse no lugar de DSP. O PR não tem moral para exigir exoneração de membros de Governo suspeitos de corrupção, quando ele foi acusado de 4 crimes de corrupção pelo MP. Porque ele até agora não explicou este assunto a nação?
    Quanto a coligação, acho que é mã fé tentar por em causa esta iniciativa. Porque o maior problema de Guineenses é egoismo «Tudo pa mi» e quando não faço parte de uma organização e porque «i ka bali».
    Lamento que um guineense como NTure Palan não reconhece valor do seu compatriota, até ao ponto de dizer está colado ao poder. O poder conquista-se, e o poder conquistado na urna não se deixa na mão de maltomados para fazerem dele o que querem. Não acredito que o senhor está aqui no pais. Se está porque faz parte de maus perdedores que nunca reconhecem suas derrotadas, arranjando sempre desculpas.
    Peço desculpas se ofender alguém, mas num pais como nosso onde tudo anda torto e a direita, tudo falta, se aparecer alguém que mostra sinais de melhoria devemos é encorraja-lo e não humilha-lo. Devemos nos orgulhar daqueles guineenses que evidenciaram como senhor Umaro Djau e tantas outras, porque estão a levar boa imagem da guiné para exterior.
    Abraços

  8. BISSAU BEDJO diz:

    MEU CARO A KEITA.
    O CAMARADA FALOU DA SUICA QUE VIVE PERIODOS DE GLORIA DEPOIS DE TER PASSADO PERIODOS INFERNAIS.

    DEPOIS DE TANTA MENTIRA, TANTA BAJULACAO, INTRIGA, ROUBO E DESCARAMENTO, GUERRA, SANGUE E MORTE, OS SUICOS CHEGARAM NUMA CONCLUSAO QUE SO A VERDADE OS LIBERTARA.

    NA GUINE-BISSAU, A MENTIRA, BAJULACAO, INTRIGA, ROUBO E DESCARAMENTO, GUERRA, SANGUE E MORTE SO CONTRIBUI PARA ENCORAJAR QUE O CRIME COMPENSA.

    NINGUEM QUER OUVIR A PALAVRA COMBATE A CORRUPCAO.

    COMO Ë QUE PODEMOS TORNAR-SE HONESTOS COMO OS SUICOS SE TEMOS PRIMEIROS MINISTROS QUE DEFENDEM DESCARADAMENTE MINISTROS CORRUPTOS???

    EU ACREDITO QUE O JOMAV ESTA DETERMINADO A VIRAR A PAGINA CUSTE O QUE CUSTAR.

    E ENQUANTO NAO DESCOBRIR-MOS QUE AFINAL O JOMAV NOS ENGANA, VAMOS CONTINUAR A APOIA-LO E A DEFENDE-LO CUSTE O QUE CUSTAR.

    A GUINE BISSAU NAO PODE CONTINUAR ETERNAMENTE NAS MAOS DE DELINQUENTES QUE NAO PENSAM NO POVO E NA ESTABILIDADE. GENTE QUE QUER SER RICO A TODO O CUSTO.

    • A. Keita diz:

      Ilustre compatriota, Bissau Bedjo, de facto, de quase tudo aquilo que evocas tem acontecido nesta nossa terra querida que é a Guiné-Bissau. Sobretudo, no decorrer dos últimos 21 anos (partindo do ano de 1994). E mais esses outros atos ainda, que não evocas: “coabitação dos compatíveis” (Nino/Carlos Correia; Kumba/Mário Piris), e “coabitação dos incompatíveis” (Nino/Cadogo; Kumba/Alamara, etc.; e Malam/Cadogo); demissões, dissoluções, remodelações governamentais (por razões meramente mesquinhas) etc… E todos terminaram mal.

      Agora sobre a crise atual. Com sobretudo, a coabitação como o pano de fundo, “compatível” ou “incompatível”. Era ou é o desafio maior deste mandato, ao qual mormente qualquer candidato presidencial devia/deve se ter preparado. Devia ser ou é o “Stress-test” deste mandato. Depois de tudo que tivemos e vimos no passado. Essa presente realidade crua e oca agora nos ensina é que não foi assim.

      E agora, o que vimos? É a demissão de um Governo com uma base de apoio parlamentar de 97%. Deixando o país 35 dias sem outro governo nenhum. Se metendo a fazer bricolage?! Passando por uma nomeação ilegal. É nesta S. Exa. Sr. Presidente da República que você meu caro ilustre compatriota Bissau Bedjo acredita estar “DETERMINADO A VIRAR A PAGINA CUSTE O QUE CUSTAR”. Eu não! Pela simples leitura destes factos concretos quentes do terreno, à vista do mundo inteiro. Por amor de Todo o Poderoso, NÃO!

      Senão, de outro lado, sobre a necessidade de combate à corrupção. Li com muita atenção o comunicado do dia 06.08.2015 da S. Exa. Sr. Primeiro Ministro e o discurso do dia 12.08.2015 da S. Exa. Sr. Presidente da República. Um falou de 4 e o outro de 12 suspeitos de corrupção no governo. Depois fui cruzando estas mensagens com umas entrevistas e comunicações dos ativistas, líderes da sociedade civil; chamando à memória a acusação de peculato do então Procurador-Geral de República, o Sr. Abdú Mané, proferida contra a S. Exa. Sr. Presidente da República, ainda em Junho de 2014.

      A minha conclusão de tudo é, também partindo desta evocada realidade, uma embrulhada de acusações e contra-acusações. Sendo certa todavia uma coisa. Num país de verdade como a Suíça, com uma acusação direta de peculato, vinda diretamente do Procurador-Geral da República, o ainda candidato JOMAV nunca iria ver a cadeira da Presidência de República.

      E agora imagine, se tivéssemos efetivamente órgãos, instituições e estruturas afins centrais do nosso Estado? Cujos mecanismos de funcionamento por si só conseguissem impedir (ou tornar muito difícil) o acesso e a ocupação de cargos de relevo no nosso aparelho de Estado a qualquer cidadão já arguido/suspeito de corrupção? Com certeja, não teríamos todas as nossas lengalengas terríveis de todos estes anos. É meu desejo e sei que podemos. Aprendendo nas nossas próprias experiências positivas (que também existem) e nas experiências dos outros. Como as do povo suíço com o seu modelo de GOVERNO DE GRANDE COLIGAÇÃO NACIONAL do género nosso agora, o deposto GOVERNO DE INCLUSÃO.
      Obrigado pela oportunidade a esta nossa troca de opinião. Obrigado também ao Sr. Umaro Djau e Amizade a todos.
      A. Keita

  9. BISSAU BEDJO diz:

    Ok MEU ILUSTRE CAMPATRIOTA A KEITA.

    AO QUE ME PARECE, ESTAMOS A DEFENDER A MESMA COISA, A NOSSA UNICA DIFERENCA Ë QUE O CAMARADA A. KEITA DEIXOU DE ACREDITAR NO JOMAV.- ISTO NO MEU ENTENDER-.

    EU TAMBAM NUNCA FUI OU ERA A FAVOR DA CANDIDATURA DO JOMAV TENDO EM CONTA O PROCESSO DE 12 MILHOES. MAS FOI O PAIGC QUE INSISTIU DEFENDENDO JOMAV COM UNHAS E DENTES PORQUE ELE O JOMAV, ERA A UNICA FIGURA CREDIVEL E COM MEIOS PARA SUPORTAR FINANCEIRAMENTE A CAMPANHA ELEITORAL, JA QUE O PARTIDO NEM CAMISOLAS TINHA PARA MOBILIZAR O ELEITORADO.

    O PAIGC NOS SEUS COMICIOS, GRITAVAM DESALMADAMENTE QUE O JOMAV ERA O HOMEM CERTO NO MOMENTO CERTO. CHAMAVAM-NO “JOMAV NA CAMARA BISSAU LIMPO PUS, JOMAV NA FINANCAS DIA 25 BU TEM BU DINHERO JOMAV EMPRESARIO DE RIGOR PABIA I KATA BRINCA”.

    ATË OS SANTCHOS NO MATO FICARAM A CONHECER QUE A GUINE-BISSAU IA TER FINALMENTE UM PRESIDENTE.

    O RIGOR E A DISCIPLINA DO JOMAV CONSEGUE MOBILIZAR O POVO QUE TANTO RECLAMAVA UM PRESIDENTE A ALTURA.

    QUANDO OS OPOSITORES E ADVERSARIOS LEVANTARAM AS ACUSACOES E CONTRA ACUSACOES AS QUE O MEU ILUSTRE A.KEITA EVOCA, O PAIGC FOI BUSCAR OS MELHORES ADVOGADOS DO MUNDO PARA CONVENCER AOS GUINEENSES QUE O JOMAV ERA UM HOMEM “LIMPO PUS”.

    O POVO DA GUINE-BISSAU PEGOU NESSE “LIMPU PUS” VOTOU E DEU A VITORIA FOLGADA A JOMAV.

    MEU ILUSTRE A.KEITA, ATË PROVA EM CONTRARIO, EU BISSAU BEDJO REPITO, VOU E A MINHA GENTE TAMBEM VAI APOIAR O JOMAV CUSTE O QUE CUSTAR.

    O CAMARADA A.KEITA FAZ IDEIA OU JA OUVIU FALAR DA PESSOA QUE ESTAVA POR DETRAS DA PRIVATIZACAO DOS PORTOS???

    O CAMARADA A.KEITA SABE PORQUË Ë QUE O PRIMEIRO MINISTRO DE CABO VERDE ANULOU A VINDA DOS EMPRESARIOS CABOVERDEANOS QUE O ACOMPANHAVAM NA VISITA A GUINE-BISSAU??? PORQUE DESCOBRIRAM QUE 7 OU 8 EMPRESARIOS FANTOCHES PREPRADOS POR ALGUEM, ESTAVAM MISTURADOS NA COMITIVA.

    ESTE Ë UM ASSUNTO QUE VOU PUBLICAR COM TODOS OS NOMES DE A a Z LOGO QUE TENHO TODOS OS DADOS ATRAVES DOS MEUS AMIGOS EM CABO VERDE QUE INVESTIGAM AS MANOBRAS DO TIMBA.

    FICO AQUI E DESEJO-LHE PAZ E QUE A GUINE SEJA O QUE TODOS ALMEJAMOS.

    • A. Keita diz:

      Meu caro e ilustre compatriota Bissau Bedjo,

      Repare. Nesta situação da atual crise grave, mais uma, e eu colocado à frente do problema central fundamental que nos é posto (país sem governo há já quase 36 dias), e as causas precisamente desta situação, descrevo o acontecido e um aspeto da sua posição no qual nós ainda descordamos nesta nossa troca de opiniões, no sentido “terra-à-terra”, da seguinte forma.

      O capitão do barco “Cassacá” (S. Exa. Sr. Presidente da República JOMAV), pelas falsas manobras leva o barco quase a afundar-se. Isso não acontece graças à Deus, mas ele em vez de se controlar continua na sua lengalenga. Deixando o barco no alto mar sem orientação, rumo e deslocação em direção nenhuma durante quase 36 dias.

      E você, meu caro e ilustre compatriota Bissau Bedjo, vejo é você estar a reiterar a sua confiança nas qualidades de sempre, de um bom navegador a este capitão (S. Exa. Sr. Presidente da República JOMAV). Criticando todavia ao mesmo tempo e severamente a agencia (o PAIGC) que o terá feito ou ajudado tornar-se o tal capitão do barco “Cassacá” (Presidente da República da Guiné-Bissau) que agora é.

      Eis, onde aparece uma forte contradição na sua atitude e lógica. E que constitui (ainda) o ponto do nosso desacordo: reiterar a confiança ao capitão em falta e criticar a sua agencia patrocinadora de outrora por tê-lo patrocinado efetivamente outrora.

      Agora voltando à realidade. A S. Exa. Sr. Presidente da República demitiu o governo sem proposta de solução política viável e legal nenhuma. Deixando o país já quase 36 dias sem governo. No século XXI?! Na democracia pluralista, multipartidária e parlamentar, num Estado devendo ser Estado de direito?! O que é isso? No comment.

      Independentemente, o que o PAIGC e seus militantes terão dito na campanha presidencial sobre este seu candidato de então e agora Presidente da República que evocas no seu post; igualmente, independentemente de quem terá estado por detrás da iniciativa da privatização dos Portos; ou o que terá sido as razões que terá levado o Primeiro-Ministro cabo-verdiano a anular 7 ou 8 nomes entre os membros da sua comitiva na altura da sua última visita efetuada ao nosso país. A S. Exa. Sr. Presidente da República cometeu o neste assunto de demissão do dia 12 de Agosto de 2015 um ERRO gravíssimo e grosseiro.

      Senão, coragem de outro lado, no seu trabalho de investigação em relação ao assunto de “anulação dos 7 ou 8 nomes”.

      Fique bem meu caro e ilustre compatriota e muito sucesso no seu posto.
      Amizade.
      A. Keita

  10. BISSAU BEDJO diz:

    OBRIGADO CAMARADA ILUSTRE COMPATRIOTA A.KEITA.
    GOSTEI DA NOSSA TROCA DE OPINIAO MUITO CIVILIZADA. TALVEZ SE OS NOSSOS COMPATRIOTAS DOMINGOS SIMOES PEREIRA E BACIRO DJA TIVESSEM ESSE ESPIRITO DE DIALOGO, HOJE NAO ESTARIAMOS NESSE TRISTE EPISODIO.

    O MEU ILUSTRE COMPATRIOTA INSISTE EM CULPAR O JOMAV. MAS EU INSISTO EM CULPAR O DOMINGOS QUE DEIXOU SER ARRASTADO NO DIZ QUE DIZ, DECLARA GUERRA AO BACIRO DJA, DECLARA GUERA AO SECRETARIO NACIONAL DO PAIGCC ABEL DA SILVA, DESESTABILIZANDO O PARTIDO E O GOVERNO.

    ORA VEJAMOS:

    PREOCUPADOS COM A FRAGILIDADE DA DEMOCRACIA, O SECRETARIO GERAL DAS NACOES UNIDAS EM COLABORACAO COM CEDEAO DECIDEM PROCURAR SOLUCOES CONJUNTAS E ABRANGENTES ENVIANDO TROPAS E UM REPRESENTANTE DO SECRETARIO GERAL DA ONU.

    SE O DOMINGOS TIVESSE RESPONSABILIDADE E MATURIDADE POLITICA, NAO DEIXARIA EMBARCAR NAS CONVERSAS DE BAJULADORES A PONTO DE DELCRALR PERDA DE CONFIANCA AOS CAMARADAS DIRIGENTES DO PARTIDO E DO GOVERNO.

    SE O PRIMEIRO MINISTRO PERDE CONFIANCA NOS SEUS CAMARADAS SEM APRESENTAR RAZOES PLAUSIVEIS, OBRIGANDO ESSES A SE DEMITIREM, SO SE PODE CONDIDERAR O ACTO DE ABUSO DE PODER.

    CURIOSO E INCOMPREENSIVEL Ë QUE A DITA SOCIEDADE CIVIL E A NOSSA DESLIGADA LIGA DOS DIREITOS HUMANOS, NINGUEM TOSSIU NEM MUGIU, CONSIDERANDO NORMAL QUE O PRIMEIRO MINISTRO AFASTE PESSOAS QUE NAO LHE INSPIRAM CONFIANCA.

    E ENQUANTO SE VENTILAVA AS RAZOES, O POVO DA GUINE BISSAU FICOU A SABER QUE A PERSEGUICAO, A PERDA DE CCONFIANCA E CONSEQUENTE DEMISSAO DESSES MEMBROS, ESTARIA LIGADO COM A AMIZADE QUE NUTREM COM O PRESIDENTE DA REPUBLICA.

    AMIGO DO MEU INIMIGO Ë TAMBEM MEU INIMIGO. DOMINGOS PEREIRA PARA PROVAR QUE TINHA PODERES DE ANIQUILAR SEUS INIMIGOS, -E, COMO SE A DEMISSAO DO BACIRO DJA NAO BASTASSE, ORDENA A SUA EXPULSAO DO PARTIDO E NA ASSEMBLEIA NACIONAL.

    ENQUANTO TUDO ISSO PASSAVA, O PAIGC BATIA PALMAS AO DOMINGOS. CHEFE DE RIGOR…

    A NOSSA INFELIZ SOCIEDADE CIVIL E A DESLIGADA LIGA, NAO TIVERAM A RESPONSABILIDADE DE EXIGIR AS PARTES PARA POUPAREM A GUINE-BISSAU DE PROBLEMAS.

    MEU ILUSTRE COMPATRIOTA A.KEITA “TË PA NO RAPATI GUERRA I MINDJOR NO RAPATI DJUS”.

    SE O DOMINGOS PERDE CONFIANCA NOS SEUS CAMARADAS ESSES SE DEMITEM PARA NAO CRIAR PROBLEMAS AO POVO, PORQUE Ë QUE O PRIMEIRO MINISTRO NAO SE DEMITE TAMBEM, QUANDO O PRESIDENTE DA REPUBLICA SE MANIFESTA A PERDA DA CONFIANCA NELE???

    FICO AQUI E DEIXO QUE OS LEITORES NOS AJUDEM A ENCONTRAR A VERDADE. NA PROCURA DOS ATALHOS SECRETOS DA VERDADE, DOIS CEREBROS VALEM MAIS DE QUE UM. NESSE CASO NÔS ESTAMOS A PRECISAR DE UM TERCEIRO CEREBRO.

    TENHA UM BOM DIA.

    • N'tori Palan diz:

      Copatriotas Bissau Bedjo e A. Keita, tenho acompanhado o vosso bate-papo e, como o assunto em questao me abrange enquanto cidadao, permitam-me que vos dee a minha dica. Penso que ja deu para peceber a minha posissao atraves do que tem sido a minha intervensao neste sitio como comentador.

      Pelo que entendi, a posissao A. Keita resume-se em: “uma vez que um tem pendente sobre si a suspeita de corrupsao, nao teria moral para exigir e cobrar do outro a honestidade”, mas se eu (povo) como vitima da corrupsao, tenho que posisionar ao lado daquele que tenha arrependido e tenha optado banir a corrupsao por meio judicial. Logo, o Sr presidente tem estado bem em demitir um governo constituido pelos arguidos da corrupsao apos varias tentivas de convencer o chefe de governo a efectuar devida remodelessao. Alias, nao restou ao presidente a alternativa que nao seja a demissao do governo.

      Domingos enquanto chefe de governo demissionario, esteve ainda pior ao optar pela via de confrontassao, intentando pessoalmente ao JOMAV, questionado a fomassao desse em economia e, ao ter re-enviado o seu nome para de novo ser nomeado primeiro ministro o que demonstrou o seu apego ao cargo e ao poder! So perdeu com essa atitude.

      Compatriotas, o vosso dialgo foi bom. Cada um a representar pros e contra. E eu sou pro demissao do governo e pro justissa e Guerra aberta ao maior cancro do nosso pais – a impunidade.

      Viva a democracia!

  11. BISSAU BEDJO diz:

    MUITO OBRIGADO CAMARADA N’TORY PLAN.

    O TEMPO Ë O MELHOR JUSTICEIRO. VAMOS DAR O TEMPO A TEMPO.

    QUERO PEDIR AO CAMARADA DOMINGOS SIMOES PEREIRA QUE DEIXE O NOVO PRIMEIRO MINISTRO ASSUMIR A INTEIRA RESPONSABILIDADE DO SEU GOVERNO.

    O CAMARADA CARLOS CORREIA NÃO Ë MENINO DE DOMINGOS PORTANTO DEVE ESCOLHER OS SEUS MINISTROS E ASSUMIR TODA A RESPONSABILIDADE DA GOVERNACAO.

    JA MAIS ACEITAREMOS NEGOCIATAS E DE MINISTROS PREVIAMENTE INSTRUIDOS A VENDEREM A NOSSA TERRA.

    NUM PROXIMO COMENTARIO, VOLTAREI COM O CRIMINOSO PROCESSO DA PRIVATIZACAO DOS PORTOS E OS FANTOCHES EMPRESARIOS QUE QUERIAM INTEGRAR A COMITIVA DO PRIMEIRO MINISTRO DE CABO VERDE LOGO QUE TENHA TODOS OS DADOS.

    INA LIMPO PUS.

  12. Aliouembalo968@gmail.com diz:

    Nca. Confia na e governo

Responder a Sirajo Jalo Cancelar resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.