Missão da CEDEAO em Bissau

CEDEAO

(RFI, Bissau, 18 de janeiro de 2018) – Missão da CEDEAO desde quarta-feira em Bissau para contatos ao mais alto nível, com o objetivo de tentar desbloquear a crise político-institucional que assola este país há mais de dois anos.

A missão é liderada pelo ministro dos Negócios Estrangeiros do Togo, Robert Dussey e integrada pelo secretário-geral da presidência da Guiné-Conacri, Nabi Bangoura, pretende ouvir os representantes dos cinco partidos com assento no Parlamento e o grupo dos 15 deputados expulsos do PAIGC.

Já se encontrou com o Presidente José Mario Vaz, a quem entregou uma mensagem do Presidente Faure Gnassingbé, presidente em exercício da Comunidade Económica dos Países da África Ocidental (CEDEAO).

Robert Dussey não quis revelar o conteúdo da missiva, mas disse tratar-se de uma carta de amizade e de fraternidade entre os dois presidentes com a qual Faure Gnassingbé pretende incentivar os responsáveis políticos guineenses a prosseguirem na via do diálogo para encontrar uma saída para crise no país.

Entretanto, dois blocos políticos guineenses vieram a público, através de comunicados de imprensa, para garantir que na realidade, a CEDEAO não deu um ultimato de 30 dias ao Presidente guineense, que terminaria no dia 16 deste mês.

A coordenação do grupo dos 15 deputados expulsos do PAIGC e o auto-denominado  grupo dos 18 partidos sem representação parlamentar, garantem que o prazo em questão era destinado aos mediadores da crise guineense, propostos pela CEDEAO.

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