Cateforia dos Arquivos: Música

“The Kid Charles” regressa com um novo single ““Carnaval di nó Terra”

Lisboa (GBissau, 24 de Janeiro de 2016) – The Kid Charles regressa em grande com novo o single “Carnaval di nó Terra” que foi lançado este Domingo, dia 24 de Janeiro pelas 20 horas de Portugal (mesma hora na Guiné-Bissau) para o mundo inteiro.

Este single fará parte do álbum do músico “Bom Corson”, cujo lançamento está previsto para o segundo semestre do ano em curso.

Eneida Marta apresenta “Nha Sunhu” na feira da música WOMEX 2014

Lisboa (GBissau, 14 de Outubro de 2014) – A cantora guineense Eneida Marta vai apresentar, pela primeira vez, o seu próximo álbum “Nha Sunhu” no próximo dia 24 de Outubro, no decorrer da maior feira de música do mundo: a WOMEX 2014.

O evento que já vai na sua 20 edição, será realizado de 22 a 26 de Outubro em Santiago de Compostela, na Espanha, e é uma oportunidade valiosa de networking para os cantores e empreendedores do sector musical.

Mussá Baldé, Jornalista

Opinião: Justino Delgado a nossa Estátua!

Confesso que não tenho muitas ligações pessoais ao cantor Justino Delgado mas ainda assim não deixo de ser um dos seus grandes fãs. Conheço de cor e salteado quase todas as mil músicas que este grande compositor, musico, intérprete e entertainer já brindou os guineenses e não só ao longo dos seus 35 anos de carreira. Trago estas linhas a propósito do seu novel opus, Estatua, que me chegou às mãos na noite de sábado, dia em que o colocou à disposição do grande público em Bissau.

Por Mussa Baldé, Jornalista

Música: Patche di Rima ganha Disco de Ouro

NOTA DE IMPRENSA

A Editora Guiguy Records e os seus parceiros LDS Productions e Carsa Universal informam ao público em geral e aos fans em particular, que o músico PATCHE DI RIMA vai ser distinguido com um Disco d’Ouro, graças ao seu último álbum «Rendez-vous de Siko» esgotado no mercado com mais de 10.000 exemplares na Europa, Africa e América.

Homenagem à “Djidiu Garandi di Povu”, Aliu Barri – “Bon fidjus kata diskisidu”

Por Nataniel Sanhá (nataniel005@hotmail.com)

Homenagem à “Djidiu Garandi di Povu”, Aliu Barri

“Bon fidjus kata diskisidu”

No passado dia 19 do corrente, o todo soberano e dono da vida, recoperou a vida que tinha emprestado aquele que foi um um grande revolucionário, combatente de liberdade da pátria, músico (djidiu garandi), um dos pioneiro da música moderna guineense e político, a quem respondia pelo nome do Aliu Barri.

Opinião: Aliu Bari – Músico e Nacionalista Invicto

Por Norberto Tavares de Carvalho, Kôte

Aliu Bari: 1947 – 2013 (Músico e Nacionalista Invicto) [1]

 1.   Eu era um menino muito obediente

Por mais cargos públicos que tivesse desempenhado, Aliu Bari fará parte dos grandes músicos guineenses que escreveram com dedos hábeis e vozes de homens livres, a história musical do nosso país.

Autor, compositor insaciável e intérprete, com o José Carlos Schwarz e a mítica orquestra Cobiana Jazz, lançou os germes que permitiriam o brotar vivaço das músicas crioulas de protesto, nos anos setenta, na Guiné, hoje, Guiné-Bissau.

« Eu era um menino muito obediente e acostumado a levar recados e a executar pequenos mandados, assim convivia com os mais velhos e ouvia as suas conversas inteirando-me do que diziam. »[2]

Faleceu músico e cantor guineense, Aliu Bari

Faleceu hoje, sexta-feira, um pouco depois das 13 horas de Bissau, um dos mais consagrados músicos da Guiné-Bissau, Aliu Bari.

O ex-cantor do agrupamento “Cobiana Jazz” faleceu hoje (um pouco depois das 13 horas de Bissau) devido à uma doença prolongada.
Aliu Bari nasceu em 1947 e desde os anos sessenta que tocava música e cantava.

Fernando Teixeira

Opinião: Ernesto Dabó – Um Homem Suave num Concerto Suave

“ai tina! Ma tina sabi… No badja Tina…”

Ernesto Dabó, 12/07/2013

“si i ca triste i ta dá garaça”

Ernesto Dabó, um dia no Século passado

“Os di bom messa nin ki na muntudo i ta raparado”

Ernesto Dabó, álbum “N`bá Bolama” 1973

 

Quem esteve anteontem no Centro Cultural Francês de Bissau teve a agradável surpresa de assistir mais um concerto entre tantos que ali se passam todas as semanas. E não estaria a falar deste em especial se algo nele não tivesse sido diferente; não na “arrumação” do concerto, quanto as intervenções de diferentes participantes convidados, entre músicos poetas e escritores, nem na performance dos músicos acompanhantes ou da própria estrela da noite enquanto (apenas) músico.

Ernesto Dabo volta às lides musicais com o álbum «Lembrança»

Montreal, Canada (GBissau.com, 22 de Maio de 2013) – Entre as gerações dos guineenses que acompanharam os primeiros anos da independência nacional e, consequentemente, o movimento cultural que se seguiu, Ernesto Dabo deixou marcas profundas no seu agrupamento musical «Cobiana Djazz».

E desse movimento destacaram-se também José Carlos Schwarz, Aliu Bary, Duko Castro Fernandes, e tantos outros talentos, hoje autênticas marcas da história.

Tal como celebrou a gravação do seu primeiro single «M’ba Bolama», com o agrupamento «Djorson» com o Gregório de Almeida (Gundas) e os irmãos Duko e Zeca Castro Fernandes, Ernesto Dabo volta às lides musicais com LEMBRANÇA, quarenta anos mais tarde.

Sambala Kanuté regressa em grande com o seu álbum “Sila Bá”

Por Umaro Djau*

Sambala Kanuté - Sila Bá [2012] | Gumbe.com(GBissau.com) – O Rei da música afro-mandinga da Guiné-Bissau está de volta. É o regresso de Sambala Kanuté com um álbum extraordinário e quiçá, contagiante. “Sila Bá” é o título do terceiro álbum a solo do músico e cantor da Guiné-Bissau.

Este magnífico trabalho de Sambalá marca o seu regresso ao estilo que o tem definido como um cantor e músico de grande envergadura – sublinhando o aspecto “afro-mandinga” que, aliás constitui uma referência não só da Guiné-Bissau, mas Africana e mundial.

Um álbum, tal como nos tempos de antigamente, repleto de “djamus”, homenagens e elogios. Elogios aos presidentes, aos homens e mulheres de negócios, aos políticos e aos amigos pessoais. Que o diga o tema “Mansa” dedicado ao falecido Presidente guineense Malam Bacai Sanhá; que o digam os temas “Djabi”, “Siyaya”, “Mori Mansa”, “Mansa”, onde desfilam uma lista indeterminada de figuras da Guiné-Bissau em jeito de homenagens, elogios e de reconhecimentos.