Cateforia dos Arquivos: Opiniões

Opinião: OS CUSTOS DA UEMOA PARA A GUINÉ-BISSAU: duas chaves para 100 portas

Parte I

Nas últimas décadas, o crescimento económico verificado na Guiné Bissau se situa a cima da média mundial, embora isso não se refletir na vida dos guineenses. O desemprego continua acentuado e cada vez mais agravante. Perante esse e mais outros fenómenos económicos, é urgente encontrar instrumentos de mercado de modo a garantir o melhor equilíbrio macroeconómico.

Por Suleimane Djaló, Finalista em Mestrado em Economia Monetária e Financeira – ISCTE-IUL, Portugal

Opinião: O Desenvolvimento na Guiné-Bissau: Uma realidade ou uma miragem?

Bem, essa indagação vou tentar responder ao longo da abordagem que vou fazendo no texto; parece ser uma tarefa fácil, mas não, – pois para cabalmente responde-la seria necessário fazer um esboço mais amplo e complexo, o que não é o propósito deste artigo, que nada mais é do que um artigo de opinião, não científico, o qual me permitiria fazer uma análise mais ampla e generalizada. Sendo assim, procurarei sintetizar a minha análise sobre o tema, deixando claro, de antemão, que o propósito do mesmo é fazer uma abordagem analítica com elevada brevidade sobre a temática do desenvolvimento e suas contradições no contexto da Guiné-Bissau.

Por Deuinalom Fernando Cambanco, mestrando em Relações Internacionais, Brasil

Dr. Fernando Delfim da Silva

Opinião: ACABEM COM ESTA CRISE, JÁ!: Mesa de Diálogo Nacional

Frustrada a mediação internacional (aliás, frustrados que foram tantos bons ofícios por parte de diversas instituições e personalidades), por que não encarar, agora, a constituição de uma “mesa de diálogo nacional”, aliás, um dispositivo previsto no Acordo de Conacri? (A esse propósito, veja-se os pontos 4 e 6 do Acordo). Esta “mesa de diálogo nacional” tentaria compensar a manifesta dificuldade (ou fadiga) da CEDEAO em “normalizar” a Guiné-Bissau, o que implicaria que, dadas as circunstâncias agravantes que hoje já são muito visíveis, teria (a “mesa de diálogo”) de ir um pouco além dos termos de referência que lhe foram inicialmente cometidos pelo Acordo de Conacri. Trata-se de um recurso que – diante do fracasso de tantos esforços já encetados -, viria agora configurar e ativar uma estratégia de contingência destinada a libertar o Estado de um bloqueio institucional que já durou tempo demasiado.

Por: Fernando Delfim da Silva, Docente e Analista Político guineense

Opinião: Desunidos para nos Autodestruirmos e Adiar o Futuro da Geração Vindoura

É verdade que ainda me recordo da formação político-ideológica dos tempos do partido único no país, onde os termos: unidade/união/viva/camarada, assim como outras expressões do gênero unidade e luta/no-uni-no-mama pa no Terra/nha ermon/união faz a força etc, faziam parte dos vocabulários mais utilizados na comunicação quotidiana entre guineenses.

Por Adulai Djaló “Lai” (Canadá) | wyado@hotmail.com

Opinião: O Sim – Pela Causa dos Nossos e pela Geração Vindoura

Nada mais que um “SIM” para desatar o nó da discordia e dar impulso positivo ao impasse governativo imposto pelos pseudo-políticos falhados da nossa praça. O guineense de bem almeja ver implementada acçoes concretas e eficientes tendentes a proporcionar resultados tangíveis no quadro duma nova dinâmica para a saída da crise político-governativa que assola a Guiné-Bissau nos últimos meses.

Por Adulai Djaló “Lai” (Canada) | wyado@hotmail.com

Filomeno Pina

Opinião: Báka sym Rábu – A Vaca sem Rabo

Prestem atenção, esta situação limite, atingiu a linha perigosa e, é demasiado sério, para não interrogarmos um por um, saber quem são e porquê, estes políticos a des/Governar o que é de todos – a nossa Guiné-Bissau!? Estes políticos perderam legitimidade moral para representar os desejos do Povo, tiveram toda a tolerância possível neste jogo criado pelos próprios, é complicado, nem um prolongamento lhes valeu, e pior ainda, perderam consciência politica do lugar que ocupam na sociedade, também não conseguem abandonar este recinto de jogo e recolher aos balneários, arrumar a tralha e ir tratar de vida ou descansarem longos anos em paz, dando Paz ao Povo merecedor…

Por Filomeno Pina | filompina@hotmail.com

Opinião: Guiné-Bissau: Fé Cristã e/ou Muçulmana

Seria bom que cada guineense abandonasse a sua zona de conforto habitual onde sempre teve respostas aos sucessivos insucessos pessoais e, abraçar a via soberana de paz e da guineendade. Se um ex-governante se sentir a necessidade de justificar o seu amor ou ódio para com a religião católica e/ou muçulumana, que o faça com toda a honestidade, sem hipocresia e sem FINTAS CURTAS.

Por Adulai Djaló “Lai” | wyado@hotmail.com

Filomeno Pina

Opinião: É Preciso Reflectir no Perfil da Nomeação para este Governo!!!

Desta nova cartada de oportunidades para sairmos da crise, devemos conscientemente evitar – nomeações de lideres com telhados de vidro – é importantíssimo como fatal não perceber isto, seria pouco inteligente se este novo Governo, não aproveitar a paragem forçada do País e, passar a REPETIR OS ERROS DO PASSADO!

Por Filomeno Pina | filompina@hotmail.com

Filomeno Pina

Opinião: Abramos os Olhos – Camaradas!

“…Desta vez, vamos tentar dormir com um olho sempre aberto, tentar ver se algum truque resulta, para controlar sem sermos controlados, na máquina do Estado, objectivo é a favor do Povo e não ao contrário deste desejo, que seria continuarmos a ter quem nos venda uma dependência “legal”, numa Democracia doente como a nossa, há muito tempo a esta parte…”

Por Filomeno Pina | filompina@hotmail.com

Filomeno Pina

Opinião: Fim do Casamento entre a Economia e “Empresários-Politizados”

Há que ser frontal na escolha entre estar na politica e ou na coisa pública. Exige coerência para com o Povo nesta decisão, é uma questão de ética e moral pública perante um eleitorado que o elegeu, para cargo de responsabilidade, com expectativa de ver cumprida a sua missão de serviço ao País e, não se servir em primeiro lugar, abusando ou a explorar o tesouro publico para fins pessoais e de grupinhos (elite).

Por Filomeno Pina | filompina@hotmail.com

“Da História pela História” – Resposta de Historiador Mário Cissoko

Sou Historiador, Combatente e um curioso, mas não sou parcial. Quem quiser algum debate sério sobre a História da Guiné, por exemplo da sua nascença [1885] a 1980, ou mais do que isso, que venha a Bissau com calmantes na sua bagagem, porque terá muitas surpresas vergonhosas no caso dos seus heróis cujo perfil macabro ele pretendeu branquear com insultos reveladores da sua falta de argumentos sequer inconsistentes.

Não  me preocupa a histeria doutrinal dos nostálgicos de uma causa já julgada pela sua própria natura. Serão verdadeiros combatentes esses conspiradores da sombra e torcionários voluntários que mutilaram e assassinaram presos políticos e Comandantes da Luta no pós-luta?

Opinião: Acordo da CEDEAO e a Soberania Popular do Povo da Guiné-Bissau

Ao longo da história política da Guiné-Bissau, percebe-se que quase nunca consideramos tanto a independência ou soberania do nosso Estado e da vontade manifesta do nosso povo. Ou, talvez nunca assimilamos o suficiente ou totalmente os principais fundamentos desses conceitos – soberania do Estado e a vontade do povo.

Por Nataniel Sanhá | nataniel005@hotmail.com

Guinea-Bissau: Reflecting on behalf of future generations

Here is something to think about —

— From the onset of its history, Guinea-Bissau has always been a diverse country. If you read the cultural bulletins and/or other publications issued by the Portuguese authorities during the colonial era, you will discover that the territory that constitutes Guinea-Bissau was even more diverse in the 1940s than it is today.

By Umaro Djau*

After the independence, most particularly in the 80s, Guinea-Bissau’s national authorities started to give us a false sense of cultural hegemony under the cover of a vibrant national unity. This forged national unity was thought to be the firewall for a continued political survival of what many would describe as a “Unitarian” regime, propelled to hold onto its power and avoid relinquishing its sense of dominance. 

Opinião: Crónica  de Bons Malandros de Bissau

“…ficámos a aprender algo com esta crise: a má, desleal e suja propaganda, excessiva e tóxica, satura no ouvido do povo, produzindo efeitos contrários junto das massas. Foi o que aconteceu com a quadrilha de bons malandros de Bissau! Esta quadrilha exibiu, nesta crise, uma enfadonha malcriadez; usaram e abusaram de insultos, a violência, ameaças contra tudo e contra todos; vandalizaram instituições da República e fecharam, de forma abusiva e obstinada, as portas da Assembleia Nacional Popular. Um ato de puro terrorismo político”.

Por João de Barros | Editor & Director do jornal “Diário de Bissau”

Opinião: Por uma Guiné-Bissau melhor – por uma verdadeira Unidade Nacional!

O que se exige não é que enfeitem o país inteiro com pedras preciosas, nem ornamentá-lo com os artifícios padronizados e tampouco fazer milagres para crianças, homens e mulheres da nossa querida pátria. Mas sim, que respeitem os direitos humanos e, sobretudo, promovam um ambiente favorável para que haja a verdadeira paz, estabilidade e desenvolvimento.

Por Deuinalom Fernando Cambanco* | stduiner10@hotmail.com

Opinião: Resgate de bancos: uma necessidade imperiosa ou uma perda de coerência intelectual?

Em Julho de 2015, o antigo governo da Guiné-Bissau liderado por Domingos Simões Pereira, na pessoa do seu ministro das finanças, Geraldo Martins, contraiu secretamente um crédito na ordem de 34 mil milhões de francos CFA ($57,81 milhões de dólares) para a limpeza da carteira de créditos privados mal parados. Em outras palavras, o governo transferiu as dívidas privadas de um grupo de pessoas, para o povo guineense. Esta é uma operação desnecessária e incoerente, porque de um lado, o aumento da dívida pública pode ter impacto negativo no crescimento económico.

Por Lassana Mané* | lasmane@gmail.com

Guiné-Bissau: Ministério das Finanças no Retrovisor Esquerdo – Parte 1

O Ministério das finanças (MF) é a instituição da República responsável pela política fiscal e orçamentária. Ele é quem elabora o Orçamento Geral do Estado a fim de ser anualmente submetido à Assembleia Nacional Popular (ANP) para a discussão, aprovação ou reprovação. MF também vela pelo respeito e cumprimento das regras e procedimentos sobre a arrecadação e receitas provenientes de impostos sobre os lucros de empresas; impostos sobre os rendimentos de funcionários/trabalhadores públicos e, quando praticadas no país, o MF é o responsável pela cobrança de taxas de bens e serviços para o consumo final.

Por Adulai Djaló “Lai” (Canadá) | wyado@hotmail.com

Grosso modo, o Ministério das finanças é o garante de fundo de funcionamento das instituições do Estado.

Os “Djurtus” na Perspectiva de uma “Guiné-Bissau Possível” – Comentário

Pela primeira vez na história, a Guiné-Bissau fará parte das 15 equipas que estarão no Gabão para o Campeonato Africano das Nações (CAN) de 2017, entre as 52 selecções da Confederação Africana de Futebol (CAF). O apuramento da selecção nacional de futebol da Guiné-Bissau para esta grande festa africana de futebol representa um grande momento para toda a nação guineense.

Opinião: Guiné-Bissau, Mãe sofredora! Grito de um nacionalista!

Aii… Mama Guiné!

Sempre nos holofotes e nas falações alheias pelo mundo afora! Eu não me conformo. Você sempre teve e ainda tem muitos filhos – entre os quais inteligentes, intelectuais, capazes, hábeis, etc.; porém, nem todos foram e ainda são capazes de fazer jus aos referidos créditos para que haja um desenvolvimento político, econômico, social e cultural concreto, o que acaba vilipendiando os princípios de todo um esforço conjugado por uma geração que dispensou sua juventude em nome da luta de libertação para que o Estado soberano e independente da Guiné-Bissau fosse uma realidade viva.

Por Deuinalom Fernando Cambanco* | stduiner10@hotmail.com

Filomeno Pina

Opinião: Um Abraço ao Presidente da República da Guiné-Bissau

Camarada Presidente da Republica da Guiné-Bissau, Dr. José Mário Vaz, ilustre Guineense e chefe de Estado, primeiro-Magistrado da Nação, também nosso primeiro e último nas decisões a tomar como árbitro da Nação! Neste momento é o homem por quem se espera neste final de sessão, após vários pareceres nacionais e internacionais registados em relação à crise politica no País, pareceres: Partidário, Judicial, da Sociedade Civil Guineense e outros, o momento é único e expectante, pois aguardamos sua Excia. Sr. Presidente da República.

Opinião: A questão de não se rever na justiça guineense

Se calhar o Governo de Domingos Simões Pereira, através do seu Conselho de Ministros, tinha alguma razão quando afirmou que era necessário debater o estado da nossa justiça, tendo feito um pedido à ANP nesse sentido:

Opinião: PAIGC, do legado político às encruzilhadas do poder

Quem conhece o PAIGC sabe que foi sempre um partido com muitas contradições internas. Mas, soube sempre resolver essas contradições, pelo menos momentaneamente. É, precisamente, sobre a questão da unidade, organização interna e debate de ideias que importa o partido, neste preciso momento, reorientar a sua estratégia, tendo em conta a posição que assume no quadro político guineense, porquanto se entender que a manutenção desse espírito de abertura pode representar um passo gigantesco para a reconciliação e pacificação do mesmo.

Por Luís Barbosa Vicente | luis.barbosa.vicente@gmail

Opinião: O Novo Reposicionamento Mundial

A emersão da China relegou a Rússia numa posição longe daquela que fazia face aos EUA. A China preferiu apostar no desenvolvimento industrial e não na conquista bélica e de novos territórios. A Rússia longe de ser aquela potência de outrora que coordenava o bloco de Leste denominado “Pacto de Varsóvia”, encontra-se minimizada, embora dispondo de um arsenal bélico impressionante, que anualmente lhe custa milhões de rublos só de manutenção. O embargo imposto pela União Europeia se resultou eficaz e criou lacunas na economia russa.

Por Plinio Borges |goplinio@hotmail.fr

Opinião: Guiné-Bissau: Apesar do imbróglio, ainda é possível

O PAIGC em vez de haver apostado, desde início do seu mandato, no realinhamento e na reaproximação dos seus alicerces internos, a direcção do partido optou (em nome da unidade governativa) pelas coligações “externas” com partidos na oposição e partidos sem representação parlamentar. Assim, sabiamente pergunta um amigo meu: “como é possível ter uma maioria qualificada e não se ser capaz de governar sem alianças inúteis e injustificáveis”?

Editor, GBissau

A presente crise política guineense é grave e alarmante. E, eu explico-me.

Filomeno Pina

Opinião: A Inverdade e “Telhados de Vidro”

Quem tem rabo-de-palha, não salta a fogueira, quando muito simula ter coragem para tal, mas nunca salta, com medo de se queimar, e ainda, quem tem “telhados de vidro”, também não tem a melhor sorte, porque vive sob pressão causada pela mentira ocultada, escondendo com receio de ser despido na praça pública, vive fugindo do “fogo” ou da manipulação à distância de “padrinhos”.

Por Filomeno Pina | filompina@hotmail.com