Cateforia dos Arquivos: Opiniões

Opinião: Raios-X do circo político e social da Guiné-Bissau

Circo é um ambiente onde os profissionais do riso desenvolvem habilidades com intenção de provocar um mix de alegria e emoção com diferentes quadros artísticos. No caso da Guiné-Bissau o CIRCO durou mais de quatro décadas sem conseguir provocar alegria e emoção, mas espalhando tristeza e angústia aos espectadores1 (1se refere à comunidade internacional e ao povo guineense).

Por Patrício Baionco, Prof° Mestre, Consultor e Pesquisador | baionco@gmail.com

Opinião: O PAIGC e a briga interna

Não vim aqui para fazer julgamento de valor “de quem está certo ou errado”, nos diferentes cenários de que o País vem conhecendo nos últimos tempos. Quero exclusivamente manifestar de forma clara a minha insatisfação perante atitudes não Patrióticos dos nossos políticos em geral especialmente do PAIGC.

Por Agnelo Pinto

Opinião: Se semearmos o vento, colheremos a tempestade

Se a Democracia é a voz de povo, por meio dela, se expressa a sua liberdade em escolher os seus representantes, porquê que no meu País a vontade do povo não é respeitada?

Por Fernando Siga, Estudante na UNILAB | nhassesulte@gmail.com

Tudo o que hoje estamos vivendo é fruto do que semeamos, por isso, se plantarmos o vento colheremos a tempestade, como dizem os mais velhos.

Opinião: “E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”, disse Jesus Cristo

A minha religião é muçulmana mas permitam-me partir desta bela frase de JESUS CRISTO para sustentar a minha tese sobre actual situação politica que a Guiné-Bissau atravessa. Pois, neste momento estamos perante uma das mais importantes decisões para a nossa democracia.

  • Por Aliu Soares CASSAMA | ascassama@gmail.com

Para recuperar uma boa imagem do nosso pais e consolidar a nossa posição económica e social há varias coisas que são fundamentais serem decididas com a brevidade possível.

Opinião: Mudança de mentalidade como caminhos para uma reforma política de urgência na Guiné-Bissau

Tendo em vista a situação política que se vive no país desde as primeiras eleições em 1994, a reforma política é e deve ser com certeza a maior preocupação dos guineenses, uma vez que os indivíduos que ocupam os mais altos cargos públicos não demonstram a vontade e mínima responsabilidade em ajudar o país a sair em situação de instabilidade que se vive a mais de três décadas, e essas pessoas aproveitam esses momentos de governação para se tornarem milionário à custa dos privilégios que se têm adquiridos nestes cargos.

  • Por Dingana Paulo Faia Amona, Estudante de Humanidades na Unilab Brasil | Email: furtunata@outlook.com

No entanto, para que essa reforma seja bem-sucedida, é preciso alcançar um consenso entre todas as forças políticas e os atores sociais do país.

Opinião: «Kankuran di Manssabah – Tchor Mammah»

Não houve nenhum azar na escolha do título deste artigo de opinião.  Nesta altura deste “campeonato” político, gostaria Obviamente de ser o « KANKURAN DI MANSSABAH» na cena política da Guiné-Bissau. E tal como o « KANKURAN DI MANSSABAH » aparece nas tradições do fanado masculino guineense, gostaria de aparecer, sempre que possível, nos momentos conturbados da nossa história. Como muitos podem saber, dei a cara nas primeiras semanas dos acontecimentos de 12 de Abril 2012, imbuído do espírito da GUINENDADI. Hoje, congratulo-me por ter tido a chance de me posicionar do lado certo da história.

Por Dr. Adulai Djalo (Lai), Economista & Professor Universitário | wyado@hotmail.com

Filomeno Pina

Opinião: Escutar o Povo com Orelhas de Elefante

 

A higiene mental é um bem essencial, uma necessidade “refrescante” que faz falta a autoestima de cada um de nós. Este bem espiritual contrasta com individuo fragilizado, no isolamento em relação aos outros, percorrendo “caminhos de cabra” estreitos e movediços, à procura de reforços, para anular seu estado de medo abstracto, talvez por falta de amor-próprio, o melhor será cuidarmos da nossa higiene mental na relação humana, porque nunca é demais perceber primeiro quem nos rodeia e que tipo de influências estamos sujeitos. Enquanto líderes políticos, antes de se decidir sobre a vida dos outros, convém lembrar que o Povo espera melhor política dos líderes, e isto significa que o País está acima de interesses pessoais, portanto – servir o Povo – é a palavra de ordem, cumprindo este dever revolucionário, têm em troca a satisfação e reforço da auto-estima do Povo!

Por Filomeno Pina | filompina@hotmail.com

Opinião: Decreto Presidencial Inconstitucional 

Na minha modesta opinião de jurista, eu pergunto e repito: Como é que se pode dizer que “existe uma crise que põe em causa o funcionamento das instituições, se o governo recebeu dois votos de confiança do Parlamento num período de 30 dias? Não basta que o Presidente tenha cumprido as condições de formalidade, como aquelas de consultar este ou aquele.

Por Vitoriano Gomes de Pina, Jurista | videpi23@gmail.com

E O SUPREMO TRIBUNAL DE JUSTIÇA NISTO TUDO?

Opinião: PAIGC e o seu triangulo diabólico traíram a confiança do povo guineense

Os pessimistas acreditam que a situação da Guiné-Bissau é uma praga. Isto quer dizer que o desenvolvimento e o bem-estar no país são impossíveis ou inexistentes. Entre eles, tudo se resume em “djitu ka tem” e a última expectativa de vida é sempre “nô tene fé”. Os realistas percebem que é ambição exagerada do homem guineense. Último recurso para eles é autodefender-se contra manobras maquiavélicas do maligno guineense, afirmando em única voz “i djusta manobras diabólicas de alguns políticos”. Se essas duas realidades não forem vistas na nossa sociedade, caro leitor do “gbissau”, você é livre para fazer sua escolha e apontar o indicador a quem entender que é obstáculo ao desenvolvimento da nossa querida pátria.

Por Neemias António Nanque | Email: neemiasoficial@gmail.com

 

Opinião: Guiné-Bissau está morta!

O Sr. Presidente optou por mergulhar mais uma vez o país numa Crise Profunda e as consequências institucionais previsíveis são de uma extrema gravidade: A morte Inevitável e Irreversível da nossa República, das nossas Instituições políticas, das nossas Esperanças, da nossa Confiança para com o Presidente e da nossa Democracia!

Por Caetano José Baticã Ferreira (Flávio), membro activo da Diáspora Guineense em França | flavitovaiferreira2hotmail.fr

Opinião: Derrube do Governo foi começo de uma longa temporada de crise política

Mais uma vez o país entrou noutro círculo crítico oriundo de falta de capacidade do diálogo e do bom senso da figura nº 1 do país. Sendo o derrube do governo um fato já consumado, resta nos fazer uma análise do provável rumo do país.

por Alfa Aliu Embaló | alfaaliuembalo@hotmail.com

Opinião: Guiné-Bissau, um olhar histórico!

A minha reflexão, se baseia nos dois pontos que marcaram a história do nosso país desde o início da luta da libertação nacional, até a data presente. “Falta de diálogo e erro na escolha do dirigente”

Por Samuel Adelino Ié | samueladelinodju@gmail.com

A Guiné-Bissau é um país que desde a sua independência, da colônia portuguesa no ano de 1974, nunca o seu povo viveu essa independência almejada!  Porque existe ainda outra colônia que eu chamo de “colônia guineense” na Guiné-Bissau, que são os próprios filho da nossa “mama guiné”

Carta dirigida aos órgãos da Soberania da Guiné-Bissau

Prezados Representantes da:

Presidência da República Governo, Assembleia Nacional popular, Partidos Políticos e a Sociedade Civil

Nesta ocasião, apresento a Vossas Excelências meus protestos de estima e consideração.

Sabemos que, o momento é de responsabilidade, diálogo e ação para preservar a estabilidade institucional do país.

 

Por Ronelson Furtado Balde, Advogado – Membro da OAB-PR | ronifurtado@hotmail.com

Ilustres, a situação política da Guiné-Bissau é a mais grave e aguda dos últimos meses. É vital que todas as forças se convençam da necessidade de trabalhar em prol da sociedade.

Opinião: Retrocesso o lema dos guineenses

Nos últimos dias o meu pais voltou a ser o epicentro da informação mais uma vez pelas divergências entre diferentes órgãos da soberania (presidente da Republica, Presidente da ANP, e o primeiro ministro).

por Aliu Soares CASSAMA | ascassama@gmail.com

Guiné-Bissau: uma história de altos e baixos

Guine Bissau   já  com   41 anos com momentos altos e baixo ao decorrer da nossa historia , Luta da Libertação  , Independência, Regime do  partido Único  e abertura Política  formação de partidos  e a palavra“ Democracia ˮ que nunca  venha a ser  desejo  do  povo na continuidade   da escolha  dos cidadãos deste a entrada  da democracia  e a  realização  do primeiro sufrágio  universal  no ano 1994.

Por Tiago Fernando Dias, Fortaleza  (Brasil) | tiagofernandosaua@hotmail.com

Opinião: os guineenses e os seus políticos psicopatas e irresponsáveis

A Guiné-Bissau é um pequeno país situado na costa ocidental africana, conhecido pela sua rica diversidade cultural, pelas suas riquezas naturais, e por outro lado, pejorativamente pelos seus políticos despreparados e incompetentes que, a todo custo colocam seus interesses peculiares acima do interesse do seu sofrido povo. Esses “políticos”, a meu ver, não são nada mais e nada menos que simples bando de esquizofrênicos, pilantras, incompetentes e oportunistas; ao invés de se pautarem pelo bem do povo primam pela instabilidade política constante, que denigre a imagem do país no cenário internacional.

Por Deuinalom Fernando Cambanco* | stduiner10@hotmail.com

Opinião: PAIGC e a falta de diálogo interno

Numa das suas recentes declarações, o Bureau Político do PAIGC reconheceu que “o desentendimento entre os titulares dos órgãos de soberania está sendo provocado por uma ausência evidente do diálogo institucional sincero…” entre as partes, imputando a maior culpa ao Presidente da República, José Mário Vaz.

Editor, GBissau.com

Da minha parte, receio que cada dia que passa, as oportunidades do diálogo estejam a ser dissipadas e fechadas.

Opinião: Guiné-Bissau, acima de tudo!

“A Guiné-Bissau é a única coisa que temos, o único lugar onde ninguém nos expulsa, e é a única herança duradoira e eterna para os nossos filhos”.

Respeitáveis conterrâneos, vivemos de novo um período de noites mal dormidas. Venho, por isso, humildemente apelar o bom senso.

Por Guilherme Embaló | cumpanhor@gmail.com

Mussá Baldé, Jornalista

“Pubis, plitikus, Parlamento ku” — Krónicas di Mussá Baldé

E porque as obras agora são uma míngua, algures em Lisboa numa empresa de aluguer de viaturas, onde o Mamadu é vigilante:

Mamadu: Patron dá-me folga um bocadinho quero fazer uma chomada lá para Guiné. Pode ser? Dexa-me ligar para meu primo Manel em Bissau ele sabe tudo. Aló primo, sou eu o primo Mamadu, aqui em Lisboa de Portugal, que tá passando mas na kil terra la? Diz-me primo que a gente está aqui muito satiado desdi aonti ki não consigue durmir diritu.

Primo de Bissau: Primo kussas sta difícil di ntindi li na é ladu. Políticos kana ntindi ku kumpanher. Kilis di partido garandi, di PAI, kampu kinti primo. Abós lá bo kapli.

Filomeno Pina

Opinião: Políticos formatados para um teatro de rua!

Tenho dúvidas se  políticos desta natureza chegam a bom porto, alguns não têm amor à coisa pública, há muito que deixaram de ter voz própria, carisma, ostentam alma emprestada, sem sangue na guelra, transportam um coração que bate fora do peito, formatados para registar ordens vindas do exterior para dentro do País, são estas vozes os ecos das decisões vindas de fora que ouvimos dentro do País para cumprir (temos um País que ouve vozes, dentro e fora da cabeça), uma realidade que leva certos políticos a perderem-se em contradições irracionais em política, porque afinal são só intermediários de “ordens” cruzadas, com origens e objectivos diferentes, no entanto difíceis de conciliar na mesma cabeça (terreno/Pais), tudo isto tem provocado desentendimentos, incompatibilidades de carácter e de personalidade, que fugiram ao autocontrolo de cada um dos dirigentes (PR-PA e PM), desvios esses que afectam o interesse nacional e o Povo, desvios de comportamento, que infelizmente pesam negativamente na balança das decisões do Estado, obrigam a que não nos entendamos entre os lideres Guineenses, mas obedeçamos a “patrões” como um pau-mandado, enquanto estamos num puxa-puxa para vender a mesma Mãe resistente, a Guiné-Bissau!

 

por Filomeno Pina | filompina@hotmail.com

Opinião: Missiva de congratulação e encorajamento à Sua Excelência, Presidente José Mário Vaz,pelo discurso dirigido à Nação

Sua excelência senhor José Mário Vaz, presidente da república da Guiné-Bissau. Antes de começar, gostaria de entregar os meus mais sinceros votos de cumprimentos ao senhor e a todo seu elenco presidencial. Espero com esta modesta e significante missiva poder, de alguma forma, lhe dar mais força para continuar de cabeça erguida na luta para a consolidação de um desenvolvimento são e duradouro.

Por Deuinalom Fernando Cambanco* | stduiner10@hotmail.com

Opinião: A Estabilidade Política Perpétua requer a Consolidação Democrática

Há (vinte e dois) 22 anos desde que o país implementou a democracia, também há (vinte e dois) 22 anos que nenhum governo teve sorte de concluir os seus (quatro) 4 anos de mandato, muito menos os (cinco) 5 anos do mandato presidencial. A causa ainda é muito debatida. No entanto, a minha reflexão está voltada para o papel dos partidos e da Imprensa no processo democrático.

Por Alfa Aliu Embaló, Estudante da Universidade Unilab, Brasil | alfaaliuembalo@hotmail.com

Quando se fala da democracia Guineense é falar de um processo muito jovem e que ainda precisa de reencontrar o caminho para amadurecimento. As vezes se pensa que apenas realizar eleições qualificam uma democracia. Ao contrário disso, é necessário respeitar a decisão do povo, e que haja a plena liberdade de expressão e, que os partidos também tenham visão política capaz de guiar o país a um bom porto.

Estudo: Antecedentes históricos da Guiné-Bissau

  • Uma análise a partir dos acontecimentos que marcaram gerações pós-independência, apresentando desafios e novas perspectiva

Por Rubilson Velho Delcano | rubilsondelcano@hotmail.com, Estudante Universitário – UNILAB*

Introdução

Com objetivo de evidenciar a formação do Estado o Partido Africano Para Independência de Guiné e Cabo-Verde (PAIGC) assumiu o compromisso em garantir a INDEPENDENCIA NACIONAL estabelecendo seus princípios básicos em seis pontos fundamentais:

Filomeno Pina

Opinião: O Carácter Real e a sua Sombra

A verdade mais uma vez flutua, teima em permanecer na superfície, levantando a velha questão, do porquê da existência de vícios espalhados nas elites do poder político Guineense! Mudamos o disco, mas no tema “honestidade” tem sido quase certo que teremos um disco velho e riscado.

Por Filomeno Pina | filompina@hotmail.com

Será que os políticos na Guiné-Bissau (da independência aos nossos dias), na sua maioria transportam sinais de cumplicidade criminosa, como marca do baptismo de fogo a que foram sujeitos num teste de garantia, de passagem à iniciação de liderança na elite do poder político e institucional?

Opinião: Afinal José Mário Vaz quer um governo da iniciativa presidencial

Começo este meu artigo com uma palavra de apreço às autoridades governamentais da Guiné-Bissau pelo trabalho feito durante um ano. Um guineense, atento ou não, sabe que há sinais positivos nesta gestão, que marca uma nova fase na história da jovem democracia guineense. Ao mesmo tempo, torno públicas minhas lamentações: estou triste pelo filme que está a passar na tela de Bissau. Nesse sentido, este artigo veio a se associar a tantas vozes que já se pronunciaram sobre atual situação política no país.

Por Neemias António Nanque | Email: neemiasoficial@gmail.com