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Dr. Fernando Delfim da Silva

Opinião: ACABEM COM ESTA CRISE, JÁ!: Mesa de Diálogo Nacional

Frustrada a mediação internacional (aliás, frustrados que foram tantos bons ofícios por parte de diversas instituições e personalidades), por que não encarar, agora, a constituição de uma “mesa de diálogo nacional”, aliás, um dispositivo previsto no Acordo de Conacri? (A esse propósito, veja-se os pontos 4 e 6 do Acordo). Esta “mesa de diálogo nacional” tentaria compensar a manifesta dificuldade (ou fadiga) da CEDEAO em “normalizar” a Guiné-Bissau, o que implicaria que, dadas as circunstâncias agravantes que hoje já são muito visíveis, teria (a “mesa de diálogo”) de ir um pouco além dos termos de referência que lhe foram inicialmente cometidos pelo Acordo de Conacri. Trata-se de um recurso que – diante do fracasso de tantos esforços já encetados -, viria agora configurar e ativar uma estratégia de contingência destinada a libertar o Estado de um bloqueio institucional que já durou tempo demasiado.

Por: Fernando Delfim da Silva, Docente e Analista Político guineense

Vamos “apurar as responsabilidades e tirar as consequências” – MNE da Guiné-Bissau, Fernando Delfim da Silva

Bissau (GBissau.com, 13 de Dezembro de 2013) – O ministro dos Negócios Estrangeiros, da Cooperação Internacional e das Comunidades da Guiné-Bissau, Fernando Delfim da Silva, lamentou ontem, quinta-feira, o caso dos 74 sírios que viajaram de Bissau para Lisboa, num voo da transportadora portuguesa, a TAP.

As declarações de Fernando Delfim da Silva foram feitas logo depois do seu encontro com o Encarregado de Negócios da Embaixada de Portugal para analisar a questão. “Do ponto de vista do Estado, temos que lamentar o sucedido, apurar as responsabilidades e tirar as consequências”, declarou Delfim da Silva.

Organização das Nações Unidas (ONU)

ONU: Guiné-Bissau vai participar ao mais alto nível na assembleia geral

Bissau (Rádio Difusão Naciona-RDN, 17 de Setembro de 2013)  –  A Guiné-Bissau vai participar ao mais alto nível na Assembleia Geral da ONU no dia 26 deste mês em Nova Iorque, nos Estados Unidos de América, com uma mensagem forte do presidente de transição, revelou terça-feira o ministro dos Negócios Estrangeiros, da Cooperação Internacional e das Comunidades.

Em entrevista, Fernando Delfim da Silva reconheceu que não é normal, mas garantiu que as autoridades de transição vão explicar as Nações Unidas a realidade do país.

Chefe da diplomacia tenta reaproximar Guiné Bissau do resto do mundo

Bissau (Rádio Difusão Nacional-RDN, 20 de Junho de 2013) –  O ministro guineense dos Negócios Estrangeiros e das Comunidades está a tentar reaproximar o país do resto do mundo.

À este propósito, Fernando Delfim da Silva esteve reunido quinta-feira em Bissau com o embaixador do reino da Espanha e com o Delegado da União Europeia, ambos residentes no país.

Opinião: Inclusão exclusiva!

Por Dr. Fernando Delfim da Silva

Se os dois PAIGCês – o PAIGC do governo e o PAIGC do parlamento – não se mostrarem capazes de se entender sobre o caminho que o partido deve trilhar, então, pode crer o leitor que o “diálogo necessário” será um diálogo altamente improvável, quase impossível. Segundo tudo leva a crer, para o PAIGC parlamentar esse PAIGC do governo não é propriamente o PAIGC merecedor de sua confiança política, uma vez que, do seu ponto de vista, esses quadros do PAIGC que estão no Governo deveriam ser excluídos, isto é, afastados e substituídos por outros quadros do PAIGC mais puros.   Para o PAIGC-parlamentar a única luta (pela Guiné-Bissau e pela democracia) é essa disputa renhida pelos lugares – na mesa do parlamento e no governo – nada mais. Parece incrível, mas é isso mesmo.