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Opinião: A propósito do que se escreve e lê sobre o assassinato de Amílcar Cabral: algumas questões a José Pedro Castanheira

Por: Ricardino Jacinto Dumas Teixeira

 

É agradável perceber que o tema do assassinato de Amílcar Cabral não abandonou o campo das reflexões e de estudos acerca dos verdadeiros assassinos do líder fundador da nacionalidade guineense e cabo-verdiana sob o comando do PAIGC, não obstante as tentativas de “homogeneização” de um “pensamento único” projetado ideologicamente para Cabo Verde, Guiné-Bissau, Portugal e para o resto do mundo.

É também agradável perceber que a “nova geração”, sem relações diretas com os protagonistas da colonização e da luta para a descolonização, estão a desenvolver estudos teóricos e empíricos sobre a obra e a vida de Amílcar Cabral em torno do projeto político da “unidade” Guiné e Cabo Verde, que foi o princípio e a força do PAIGC projetado em parceria com apoio da África, da Europa progressista e do Mundo.