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STJ: Ex-Director da RDN volta com um pedido de inconstitucionalidade da nomeação de Baciro Djá – Exclusivo 

GBissau (Bissau, 15 de Junho de 2016) – Pela segunda vez depois da sua exoneração do cargo de Director da Radiodifusão Nacional da Guiné-Bissau (RDN), Muniro Conté entra com um novo processo judicial no Supremo Tribunal de Justiça.

E tal como na primeira vez, o ex-director da RDN alega a “inconstitucionalidade” da sua demissão, resultante da nomeação de Baciro Djá ao cargo do primeiro-ministro da Guiné-Bissau. Uma das primeiras medidas tomadas pelo actual executivo, no seu primeiro Conselho de Ministros, foi a exoneração dos directores dos dois principais órgãos públicos da comunicação, a RDN e a Televisão da Guiné-Bissau (TGB), nas pessoas de Muniro Conte e Paula Melo, respectivamente. 

Opinião: Guiné-Bissau: Apesar do imbróglio, ainda é possível

O PAIGC em vez de haver apostado, desde início do seu mandato, no realinhamento e na reaproximação dos seus alicerces internos, a direcção do partido optou (em nome da unidade governativa) pelas coligações “externas” com partidos na oposição e partidos sem representação parlamentar. Assim, sabiamente pergunta um amigo meu: “como é possível ter uma maioria qualificada e não se ser capaz de governar sem alianças inúteis e injustificáveis”?

Editor, GBissau

A presente crise política guineense é grave e alarmante. E, eu explico-me.

Bandeira da Guiné-Bissau

PAIGC, AD, PND, PUSD e CD assinam a adenda ao Pacto e Acordo Político de Transição na Guiné-Bissau

Bissau (Rádio Bombolom-FM, 17 de Janeiro de 2013) –  O Presidente da República de Transição (PRT) presenciou quinta-feira a cerimónia de assinatura de uma adenda ao Pacto e Acordo Político de Transição por parte do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), Ação para a Democracia (AD), Partido da Nova Democracia (PND), Partido Unido Social-Democrata (PUSD) e Centro Democrático (CD).

A cerimónia aconteceu no palácio Colinas de Boé na presença do presidente do Supremo Tribunal da Justiça, de deputados da nação, das chefias militares, representantes do Corpo diplomático e membros do governo.

PAIGC, maior partido da Guiné-Bissau, assinou Pacto de Transição

Bissau (AFP, 17 de Janeiro de 2013) – O Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) assinou hoje (quinta-feira) em Bissau o Pacto de Transição, instrumento que regula o período de transição no país e que o maior partido se recusava a assinar, noticia a AFP.

O Pacto de Transição foi assinado a 16 de Maio de 2012 pela maior parte dos partidos políticos da Guiné-Bissau na sequência do golpe de Estado de 12 de Abril do ano passado. No entanto, o maior partido guineense, que estava no governo até ao golpe, recusou sempre participar, considerando na altura que assinar o documento seria como legitimar o golpe.

Veteranos do partido histórico criticam Internacional Socialista

PAIGCBissau, (Fonte: Lusa, 31 de Julho de 2012) – Os veteranos do PAIGC, partido histórico da Guiné-Bissau, criticaram, em carta aberta, a postura do Internacional Socialista ao convidar o primeiro-ministro do Governo deposto, Carlos Gomes Júnior, para a sua última reunião realizada em Cabo Verde.

A carta, assinada por veteranos do PAIGC (Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde), Manuel ‘Manecas’ dos Santos, Samba Lamine Mané e Armando Ramos, critica o facto de Carlos Gomes Júnior ter sido convidado para a reunião da Internacional Socialista.