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Guinea-Bissau: Reflecting on behalf of future generations

Here is something to think about —

— From the onset of its history, Guinea-Bissau has always been a diverse country. If you read the cultural bulletins and/or other publications issued by the Portuguese authorities during the colonial era, you will discover that the territory that constitutes Guinea-Bissau was even more diverse in the 1940s than it is today.

By Umaro Djau*

After the independence, most particularly in the 80s, Guinea-Bissau’s national authorities started to give us a false sense of cultural hegemony under the cover of a vibrant national unity. This forged national unity was thought to be the firewall for a continued political survival of what many would describe as a “Unitarian” regime, propelled to hold onto its power and avoid relinquishing its sense of dominance. 

Lembranças: As Memórias de Samba Uró

Em memória e honra dos que tombaram na “canseira”

Por Umaro Djau, Editor, GBissau.com

A poeira foi-se aumentando, mas ela vinha de um lado só, a oeste da aldeia. Foi um pouco antes do início da noite. Na escuridão, a aldeia da Amedalai ficou mais curiosa. Eu também.
Poeira e mais poeira. Curiosidades e mais curiosidades.
-O que estaria a acontecer? Interroguei-me!

Crianças de tenra idade foram-se juntando aos mais idosos. Assim tem sido nos momentos de incertezas, nos momentos de dor e nos momentos de alegria. “Kawu” Serifo tinha uma mestria para acalmar os ânimos exaltados. Ou a apreensão. Ou o medo. Mas, desta vez, a explicação tinha que esperar.

Apresentação: O Poder está nas vossas mãos, o Futuro está nas vossas mãos!

…o maior fracasso na implementação da democracia na Guiné-Bissau tem sido a “fragmentação” propositada dos grupos, instituições e etnias e a “neutralização” sistemática das frentes políticas do país. Claro, com mais de 40 partidos políticos num universo eleitoral de menos de 700 mil votantes, ninguém podia esperar a “fortificação” de influências partidárias ou a convergência de liderança. Ninguém me poderia convencer de que esta diversidade política e numérica reflecte apenas só o espírito competitivo do tecido político guineense. (…) Antes pelo contrário, esta “diversidade” reflecte várias realidades: a desunião, o egocentrismo, o individualismo e a falta do espírito colaborativo e do compromisso entre os guineenses.

Por Umaro Djau | Editor, GBissau